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O Auto das Normas Divinas

março, 13 - 2009

 (e das coisas que não se deve questionar em vão)

medievo

Muitas histórias contam aqueles que o conhecem. Dizem que quando os passos dele soam no corredor, é como se ecoassem através das catacumbas, o chão até estremece. Ao ouvi-lo se aproximar, as baratas se esgueiram por buracos estreitos, as aranhas se recolhem cautelosas para o vértice das teias, as lagartixas ficam tão pálidas que podem ser confundidas com a pintura das paredes e as formigas, coitadas, debandam num salve-se-quem-puder desesperado. Como um titã, ele vem. Um halo de pesar anuncia a sua chegada e perdura após a partida. O véu negro de sua autoridade se projeta contra as paredes brancas ao mesmo tempo em que um pesadume recai no cerne de todas as coisas: suam as testas dos santinhos de barro, agonizam as chamas das velas. As traças não ousam roer os mantos da sua batina (dizem que certa vez uma tentou e como resultado caiu morta em cinco minutos, vítima de convulsões terríveis!).
Ele passa e atrás dele vem a sombra. Atrás da sombra vem o silêncio.
A sensação que dá é que bem ali, no final do corredor, a qualquer momento irão se abrir os portais do limbo e entrar os cavaleiros do apocalipse, pois os passos de D. José Sardoso Cobrinho já prepararam o terreno para a sua chegada.
Você está tentando encará-lo nos olhos? Pois eu aviso: não o faça! Os olhos dele irradiam labaredas, mas dizem ser tão frios que por onde ele olha neva e nem o calor infernal de Olinda é capaz de aplacar os arrepios.
Falam dos mistérios que cercam a sua clausura. Ninguém nunca ousou entrar lá para conferir, mas dizem que a entrada é guardada por cinco bestas invisíveis – íncubos e súcubos aprisionados, adestrados e castrados. Veja, lá estão eles. Ao ouvir passos começam a ladrar e rosnar como loucos, fazem um escarcéu dos infernos que não é ouvido por ninguém, mas cujos ecos fazem os corações mortais se espremerem até caber em um dedal. A soleira da porta é o limite, dali ninguém ousa ultrapassar.
Ante as flamas nas órbitas de D. Sardoso, os íncubos grunhem e se espantam com os rabinhos entre as patas. Duas gárgulas de Notre Dame do Piratininga vigiam a cabeceira de sua cama. Uma costuma ser muito falante e boba, a outra é calada e esperta. Neste instante estão adormecidas, mas percebendo-o chegar, se endireitam e arrotam golfadas de fogo. Dom Sardoso entra. Em sua mão traz uma carta com a insígnia de Roma. Senta-se na cama sob o olhar curioso das gárgulas e com muita cerimônia abre o envelope do remetente papal.
É uma mensagem de apoio, assinada por ninguém mais que dom Ratzinger. Seus olhos brilham de emoção…

Por muito tempo ele esperou uma oportunidade tão oportunamente boa para provar ao mundo como é implacável a lei de Deus e infinita a sua bondade.
Todas as noites antes de dormir dom José Sardoso rezava três pai-nossos, três ave-marias, um salve rainha e um credo, pedia a proteção divina e já com as roupas de dormir livrava seus íncubos e súcubos da coleira para que saíssem pela noite a amedrontar as criancinhas que ainda estavam fora da cama e se apossar das mãos direitas daqueles que praticavam a luxúria na solidão de seus leitos. Quem sabe um destes pecadores não enlouqueceria o bastante para fazer algo muito, mas muito feio? Um pecado mortal desses que açulam a ira da opinião pública. Quanto pior o mal, mais brilha o bem; um criminoso convertido vale por dez virtuosos. Que propaganda maravilhosa o mal não faz para a diocese?
Pois num belo dia ensolarado, desses que não são nenhuma novidade no Recife, o jornal chega à mesinha de sua clausura com uma notícia bombástica:
– Um aborto! E de gêmeos!
Uma das gárgulas, ouvindo distraidamente os pensamentos do arcebispo, se engasga com o próprio enxofre: cof cof…
– Duma menina de 9 anos!… Violada pelo padrasto.
As flamas brilham nos olhos de dom Sardoso:
– Já sei! Vou excomungar todos os envolvidos – ele pega uma caneta e começa a anotar os nomes –, os médicos, vejam só, são católicos! Malandros! Hereges… Quem mais?
Animada com a novidade, a gárgula opina:
– As enfermeiras?
– Não, não sua anta!
– Err… a diretoria do hospital?
– Não. A mãe! A mãe da menina que autorizou esse pecado descomunal! – ruge o arcebispo.
– Ah.
Esboçando nos lábios o sorriso que Caim tinha para Abel no momento supremo, dom Sardoso anota mais um nome em sua listinha negra. A gárgula se intromete de novo:
– E o pai?
– O pai? Ah, o pai eu vejo depois.
– Não, quer dizer, o padrasto. O estuprador.
Nesse instante os íncubos e súcubos começam a latir freneticamente:
– Au au! Woof woof! (É isso aí – eles querem dizer – manda excomungar ele também!)
O arcebispo olha de soslaio para os demoniozinhos, durante um tempo muito curto, mas o suficiente para que chorem de arrependimento:
– Caim caim caim…
Depois de uma respiração com toda a profundidade da sua sabedoria, o arcebispo decide:
– Não. A lei canônica é clara: o aborto é um pecado gravíssimo e passível de excomunhão. O estupro é um pecado grave, mas nem se compara ao aborto!
A gárgula se entristece, seus olhos vermelhos em fenda ficam melancólicos:
– Mas, mas…
– Sem “mas”!
– Mas e a menina, excelência?
Emanando a lucidez que é marca registrada dos defensores da lei canônica, o arcebispo diz:
– Para dar uma amostra da infinita bondade de Deus e da nossa profundissíssima compaixão, a menina será poupada da excomunhão. O mesmo para o estuprador, para mostrar à essa corja de infiéis que a misericórdia de Deus é capaz de perdoar todas as faltas. – E depois de cinco segundos de um silêncio descontente ele arremata: – Menos o aborto, é claro. Essa é uma penalidade latae setentiae!**
“Oxe, fica tão chique dizer isso!”, ele pensou. (**Agora tente imaginá-lo falando latim com sotaque pernambucano).
A gárgula sorri comovida:
– Como o senhor é bom, excelência! Arretada essa sua decisão!

E assim foi feito. Dom José Sardoso Cobrinho excomungou os médicos que fizeram o aborto na menina e também a mãe. Não satisfeito, ele mandou informar devidamente os donos das almas perdidas e deu um jeitinho para que o fato chegasse aos ouvidos bisbilhoteiros dos jornalistas.
Foi um estouro! Virou manchete no país inteiro. Dom Sardoso até passou perfume para dar entrevista na tevê. E como um homem muito sério no cumprimento do dever ele explicou aos jornalistas a lei implacável de Deus:
– Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente.
Talvez tivesse se esquecido de que a menina também fosse inocente e que sua jovem vida corria risco de ser igualmente abortada. Mas os bebês assassinados, esses com certeza eram mais inocentes do que a menina.
Mas peraí, isso importa? Não, realmente.
Talvez passasse bem de leve na imaginação do arcebispo que a mãe da garota, a mulher excomungada, no instante em que foi atingida pelo raio dos fatos teria desejado cavar um buraco no chão e se enfiar ali para sempre. Talvez, durante fugazes momentos, inda passasse pela cabeça dele a imagem de uma menininha de 9 anos sustentando com seus 30 e poucos quilos uma gravidez de gêmeos adiantada, sem posição nem ânimo para brincar, a barriga avantajada raiada de estrias vermelhas e profundas, a pele sofrendo com a dor das distensões e com o peso; e a garota vergada, atrapalhada para se equilibrar levando consigo o resultado final de três anos de abusos do padrasto agüentados em silêncio para que ele não cumprisse com a ameaça de matar a sua mamãe, suportando os chutes e pontapés daquelas coisinhas inocentes que poderiam matá-la no final… Poderiam? Mas e se ela já estivesse morta por dentro?
Que nada. Besteira! Depois dos bebês nascerem ela nem se lembraria mais do estuprador. O amor maternal supera tudo, quer apostar quanto? É sempre assim, a Igreja está cheia de casos virtuosos para mostrar.
As mulheres fazem aquelas caras de sofredoras, mas nunca provaram ter vida inteligente. Alguma vez você ouviu uma mulher dizer coisa com coisa? A única mulher que dom Sardoso se lembrava de ter dito algo sensato foi a Virgem Maria, na anunciação: “eis aqui vossa serva, que seja feita a vossa vontade!”
Isso sim que era mulher!
As feministas iriam ficar enfurecidas com a decisão, o que é mais um belo motivo para comemorar, o arcebispo precisava até se segurar para não dar pulinhos de triunfo. Já pensava até no bordão: “estupra, mas não aborta!”
Não teria pena da menina, não. Quando ele era pequeno não tinha essa coisa de ficar passando a mão na cabeça do pirralho. Se fizesse algo errado, levava uma chinelada; se fizesse certo, levava duas. Quando foi para o seminário não havia moleza, não! Ao menor deslize os padres faziam estalar a vara de marmelo nos fundilhos dos noviços. Graças a Deus e à ortodoxia das varadas hoje dom José Sardoso é um arcebispo cabra-macho. Pra ele não existe essa frescura de meias palavras, de “força da necessidade”; de “interpretação da palavra divina”. Se tá escrito, tá escrito, pombas!

Mas na finalmência dos finalmentes, a mais verdadeira verdade é que dom Sardoso não estava preocupado com os bebês abortados, a menina ou as críticas. Ele estava mesmo adorando dar entrevistas! A todo momento choviam ligações, cartas, mensagens de apoio do país inteiro e também do estrangeiro; e ele nunca tinha recebido tanta atenção na vida, nem antes nem depois dos votos. Sentia uma massagem tão grande no ego quando lhe diziam que ele tinha razão! Dava até arrepio…
Ficar famoso não tem preço. Todas as outras coisas a fé pode comprar.
Pois não é fácil essa vida de representante das repartições celestiais na Terra, sabe? A menos que você seja um padre galã e carismático como aquele Marcelo Rossi, geralmente é uma vida bastante anônima e solitária, tão franciscana e tediosa… Mas agora ele lavou a honra da Igreja, é o vingador de Deus e das criancinhas não nascidas. Pois se os homens são o sal da terra, as crianças são o mel. “Deixai vir a mim os pequeninos”, e se eles não vierem, nós iremos até eles. Os homens de Deus têm o dever supremo de defender todas as crianças; as perfeitas, as anencéfalas, as retardadas… Crianças são luz, crianças são calor, crianças relaxam a gente.
Dom José Sardoso nunca esteve com a consciência tão limpa. Seguira metodicamente cada regra da cartilha, suspeitava até que seria canonizado. Um dia vai acabar surgindo um papa que reconhecerá a grandiosidade de seu caráter. Mas esse é um sonho secreto que o arcebispo guarda a sete chaves, afinal, ele é um homem infinitamente humilde. Tão humilde que quando morrer irá diretamente ao encontro de São Pedro nos portais do paraíso. E se por acaso o guardião quiser discutir a sua entrada, ele dirá: “por obséquio, Seu Pedro, vá lá na minha escrivaninha, veja os meus despachos, as minhas obras de caridade, a minha vigilância irretocável pela sagrada lei de Deus. Veja que não faltou uma refeição sem que eu rezasse o padre-nosso, todas as minhas missas estão em dia, todas as minhas confissões (os meus poucos pecados perdoados), todos os sacramentos que ministrei e que me foram ministrados, todos os perigos que afastei e os fiéis que acolhi…” E depois de mostrar a São Pedro o seu virtuoso bolo de papéis, o santo não teria outra alternativa senão carimbar o seu passaporte de entrada no paraíso com validade para todo o sempre.

Mas antes que termine de se elevar em hosanas nas alturas, dom José Sardoso Cobrinho desperta e atina novamente na carta vinda do Vaticano manifestando apoio irrestrito à sua decisão.
O apoio do papa!
O papa é infalível. Se Vossa Santidade o apóia, isso quer dizer que ele não está errado.
– Mas e se vossa excelência, por acaso, por uma ligeira possibilidade, tiver sido cruel com a menininha? – a gárgula tagarela, que ouviu todos os seus pensamentos secretos, pergunta.
O arcebispo cruza olhares com a gárgula estraga-prazeres e de imediato ela esbugalha as órbitas vermelhas como se uma força interna estivesse prestes a explodi-la. Comeaça a tremer incontrolavelmente e, em dois segundos, se espatifa em um milhão de caquinhos de mármore imaginário que se espalham pelo chão de toda a clausura beijando os pés de dom José Sardoso.
– Ainda que eu pudesse estar errado, Deus a tudo perdoa, não é mesmo? – responde docemente com aquele mesmo sorriso fraterno de Caim. – Perdoa tudo, menos o aborto.
O arcebispo está nas nuvens. Ele adora ter razão, ter razão é cristalino e puro! Mostra a assinatura do papa para a gárgula que restou (a esperta, a que fica quieta). Ela se espanta e abaixa os chifres em respeito. Os íncubos e súcubos de estimação abaixam as cabeças e lambem as patinhas, até as bestas medievais mais tapadas reconhecem o valor da autoridade. E com a glória fluindo nas veias, dom José Sardoso vai até a janela espiar as ladeiras da cidade velha, sentindo uma vaga nostalgia dos tempos em que ali crepitavam as fogueiras, o calor da justiça, a chama da ordem… Quando os homens vão aprender que não devem questionar a autoridade do único Ser inquestionável? Chegou a pensar que nascera nos tempos errados, agora sabe que não. Sua missão se revelou: será o redentor dos séculos. E de braços abertos, crucificado na luz do sol causticante frente o parapeito da janela ele sonha com os dias em que a utopia católica se tornará realidade e o mundo será um imenso rebanho de ovelhas dóceis, penitentes, na rígida observância da lei canônica; e nesse mundo – ele sabe – não haverá abortos nem revoltas, não existirá células tronco nem querelas heréticas. Tudo será comunhão, serão olhos aos céus e oferendas ao altar, serão joelhos no chão, mentes imaculadas, consciências limpas e cabeças vazias livres de todo o mal, amém.

* * *

Se liga, pastel, este é um texto de ficção. Antes de querer acusar alguém por difamação, saiba que há certos tipos de vilão que só existem nos contos de fadas e que há certos monstros invejosos dos primeiros que rastejam pelo mundo real fantasiados de gente e que de vez em quando merecem levar um tapa na cara. Toda e qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência, como você está cansado de saber.

* * *

Sobre a autora:
Cristina Lasaitis não tem medo da excomunhão. Como toda mulher emancipada, tem máquina de lavar roupas em casa, aspirador de pó e forno microondas. Não toma anticoncepcional e não planeja fazer nenhum aborto (é lésbica, se isso explica). De vez em quando sofre delírios de lucidez e finge ter um esboço primitivo de inteligência. Fica injuriada com coisas sem sentido, tem surtos emocionais às escondidas e rompantes maternais por crianças injustiçadas. É um caso perdido.

* * *

Quer chorar? Leia essa matéria da Miriam Leitão (ela mesma) sobre o caso que deu o que falar. Economistas também têm coração.
E também o lindo texto da Luciana Muniz.

* * *

Agora chega. Tô passada. Esgotada. Arrasada. Acabei de ler Hamlet e chorei um rio de pitangas. Preciso de oblívio. Vou virar a página e voltar para a minha tese, quero algo bem científico, frio e impessoal, de preferência com muitos números e fórmulas estatísticas. Juro que não dou mais um piu sobre o assunto.
Tchau, fui.

15 comentários

  1. Uau !


  2. Cris, é privilégio de quem voa alto, feito águia, piar e ser ouvida. Por isso, dê tantos “pios” quanto quiser.🙂


  3. Ótimo texto, adorei essa visão sobre regras vinda de você. É ótimo.

    Aliás, fui excomungado pela igreja católica.

    Tenho um texto novinho sobre o Inferno em meu blog.


  4. Puxa! OO


  5. Caramba Cris…

    Que paulada. Recarrega as energias e volta. Precisamos de você aqui no mundo do faz de conta.

    Conheci seu blog hoje e você já me recebe com essa tremenda explosão (que eu gostei horrores, se cabe o trocadilho).

    Debaixo de tanto escombro, peço licença pra te colocar no blogroll do Aprendiz e pra começar a te visitar com frequência.

    Aliás, é terrível que o “Se liga, pastel” seja necessário…


  6. Félix,
    Teu blogue já está linkado, gostei da dissertação sobre o inferno lotada de referências, de Michio Kaku a Jung, já vi que vc assassina livros sem compaixão.

    Bruno,
    Não há de quê pela paulada, era pra doer mesmo rs.
    Tenho acompanhado o seu blogue também! Com esse meu instinto lurker que vê tudo, sabe de tudo, mas não deixa rastros. O Aprendiz de Escritor está linkado aqui. E aí, quando vem o livro? A propósito, somos sócios no primeiro Paradigmas!


  7. Cristina,
    Conheci seu trabalho pelo orkut e desde então venho acompanhando seu blog. Nunca me manifestei, mas me identifiquei muito com o que vc faz, sou bióloga e apaixonada por literatura tb. Entretanto, ficar calada após ler esse texto seria quase uma heresia (rsss, perdoe, não podia ficar sem soltar essa piada infame).

    A princípio nem me choquei muito com o fato da excomunhão em si, com o caso da menina em si, sim, fiquei chocada, acho que ninguém com um pingo de coração deixaria de pelo menos parar e pensar no sofrimento dela.

    Para mim a excomunhão não fede nem cheira, é só um bando de velho babão falando que você esta perdido, nada que se dê atenção). Passei a vista numa reportagem na época hoje sobre isso, e haviam algumas das “obras” desse homem em Olinda. Acho que você não viu, pois não teria perdido a chance de utilizar na sua “comédia a la Gil Vicente”. Só para citar a mais engraçada: ele negou-se a dar a comunhão à prefeita de Olinda (não sei se atual ou antiga), que era do PCdoB, alegando que ela era COMUNISTA. Mulheres, homossexuais e negros então… Todos sem alma…

    Enfim, só queria mesmo era parabeniza-la pelo texto. Ficou fantástico!!!


  8. Ah, e só para constar: acho que nunca vi a cara desse indivíduo (ou se vi, não prestei atenção). Mas enquanto lia seu texto, me lembrava sempre da imagem que fiz na minha cabeça quando li “O corcunda de Notre Dame”, daquele padre que “acolhe” o Quasímodo. São semelhantes, sem dúvida, pelo menos em suas idéias e motivações. Se você não leu o livro, recomendo profundamente!!!

    Abraços!!!


  9. Oi Roberta!

    Que legal que você se manifestou🙂

    Como eu imaginei, um artista desse porte não pode ser autor de uma obra só rs. Ele vinha há muito tempo ensaiando.

    Depois me adiciona no orkut pra eu ver sua carinha.

    Beijos


  10. Pois é, Cristina…
    Parece que o tempo de queimar as bruxas está voltando…
    Seu texto é muito bom e tudo isso é muito triste também.
    Abraços


  11. Cris,
    Às vezes eu torço para que essas bobagens de inferno existam mesmo e eu encontre canalhas hipócritas do porte desse artista por lá…
    Abraços!


  12. Oi Valdira

    Ainda bem que nos dias de hoje temos o direito de queimar os monstros também!

    Oi Helder

    Pensando bem, espero que o homem vá pro céu, eu não gostaria de dividir o inferno com ele😉


  13. Amiga, que sátira SENSACIONAL!!!
    Absolutamente assinado embaixo, existe uma certa classe de sub humanos (tem hífen, ou é tudo junto sem H?), que só ridicularizando mesmo.
    Olha, o fato de ter estudado em colégio católico só me fez ver a lavagem cerebral praticada por essa igreja que se diz santa. A cada dia, minha decepção com todas as religiões só aumenta.
    Vida espiritual não tem nada a ver com tamanha mostra de fanatismo.
    Bom, já falamos demais. Parabéns, Cris! Beijos e até sexta.


  14. Oi, Cris!
    Engraçado como algumas histórias pegam a gente. Sem opiniões, análises ou julgamentos, elas simplesmente nos escolhem e como visitas indesejáveis, custam a ir embora, mesmo com a vassoura atrás da porta…
    Gostei muito do texto, só que gostei mais do que veio depois!
    Te vejo na sexta? Uia!
    Beijos,
    Chris


  15. Oi Renato,

    Pois é, estudei a vida toda em colégio de freiras. Elas sabem como ninguém acrescentar o martírio dos santos na vida escolar das crianças.

    E te vejo sexta!

    Oi Chris

    Te vejo na sexta também? Passa lá no Bardo! Será um prazer te conhecer.

    Beijos²



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