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Ando tão distraída…

setembro, 21 - 2009

If I could tell you what it meant, there would be no point in dancing it.

Isadora Duncan

Às vezes nos apaixonamos perdidamente por certas coisas e pessoas. Aconteceu comigo. Mas a minha paixão é encontrada: andava tão precisada de algo novo na minha vida!

Não tenho lido muito. Escrito? Nada. Não que tenha me desapaixonado pela literatura, pelo contrário, penso que as artes se casam, inspiram-se mutuamente. Concorrem também, é verdade.

Produzo textos que devem sobreviver a mim. Mas a dança…? É toda feita da matéria do presente. É puro acontecimento: um lampejo. Fica uma foto, um vídeo, mas a dança mesmo, dançou-se. Tem essa qualidade de “aqui e agora” que nenhuma mídia consegue ou conseguirá reproduzir.

Ainda estou intrigada. Se me perdi, se me encontrei, só sei que estou adorando cada momento. Cheguei a pensar que não me sentiria desafiada por mais nada, e então vem essa esfinge: uma linguagem inteira, completamente nova, fora do meu domínio. Um desafio imenso, pois não me preparei. Veio, me encantou e mostrou uma saída de emergência por onde poderia tentar a minha fuga do sedentarismo.

Enquanto estou muito distraída dançando, deixo aqui um pouquinho das minhas musas pra distrair vocês também:

Pra quem não conhece, os estilos são tribal fusion e gothic fusion bellydance.

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8 comentários

  1. Há momentos de narrar, há momentos de viver.

    Viva cada momento a ser vivido. Narre quando urgir.

    Você escreverá menos.

    Mas nós aproveitaremos mais.

    Beijos,
    Alê


    • Oi Alê, sumido!

      Tem razão. Mais carpe diem, menos complicação.

      E vc, apareça 🙂

      Beijos


  2. Desafios são os temperos exóticos da vida que precisamos provar de vez em quando =)


    • Essa vai para o wikiquotes


  3. Cristina tomou a pílula vermelha…


    • O que ela fazia mesmo?


  4. Em “Matrix” quem tomava a pílula vermelha abandonava o mundo virtual e voltava para o mundo real…


  5. Ah, fleur, nunca faltarão desafios para quem continuar procurando!

    Coincidência ou não, acabei de fazer um post sobre tribal fusion no meu blog e, quando passo por aqui, dou de cara com o seu!

    “…andava tão precisada de algo novo na minha vida…”

    Os deuses sabem o quanto essa frase também se aplica a mim. Estava tão cansada das mesmas músicas, das mesmas ambições, dos mesmos amores. Procurando, sem sucesso, uma banda cujas músicas me cativassem, um livro que me acertasse a cara com novas idéias. E nada. Até a dança meter o pé na minha porta, me puxar pelos colarinhos e berrar: “Olha eu aqui, ô, bocó!”

    Toda paixão marca a vida da gente, nenhuma substitui outra. Concorrem, sim, mas não se inter-anulam. Prefiro que se somem. 😉



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