Archive for junho \26\UTC 2011

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Eu no Universo Fantástico com Liz Vamp

junho, 26 - 2011

Todas as terças-feiras, às 13h, vai ao ar na ClicTV (filiada da TV UOL) o programa Universo Fantástico, apresentado pela Liz Vamp. Um espaço para falar de literatura, cinema, ficção científica, fantasia, terror e cultura nerd em geral. Dia 21/06 foi minha vez de me sentar na poltroninha ao lado da Liz e bater um papo de meia hora sobre algumas das 2087 coisas que andei fazendo nos últimos tempos, incluindo minha pesquisa sobre homofobia, a participação no Worldcon da Austrália, o lançamento da Fantástica Literatura Queer, dicas para escritores iniciantes, etc. etc. etc.. Foi divertidíssimo participar da gravação ao vivo e faltou programa para tanto papo.

Outro entrevistado do dia foi o Milho Wonka, personagem da noite paulistana, talentoso produtor de vídeos e que tem um canal no youtube só pra ele, a ChocolaTV, com vídeos engraçadíssimos, vale a pena ver!

Disponibilizei no Youtube 50 min do programa, fatiados em 10 pedacinhos, ao gosto do Jack Estripador. Quero deixar meus milhões de agradecimentos à Liz. E pra você que vai assistir, peço desculpas antecipadas por estas mãos que falam mais do que eu.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Mais links para a parte 7, parte 8, parte 9 e parte 10.

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Queervite

junho, 17 - 2011

Falta uma semana para o lançamento da coletânea A Fantástica Literatura Queer!

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10 Coisas para fazer antes de morrer

junho, 15 - 2011

Estava aqui pensando com os meus botões que dá para entender muito da personalidade de uma pessoa através dos seus desejos. Desejos são vontades que a gente guarda lá no fundo e nem sempre pensamos a respeito, nem sempre planejamos quando, como e onde. Aliás, nem todos os desejos são para ser realizados, porque a graça é mesmo desejar.

Esta semana, ao encontrar o blog da Alice Pyne, uma garota com câncer terminal que fez uma lista de desejos que gostaria de realizar antes de morrer, lembrei que a gente não vive pra sempre e que desejar é preciso. Então resolvi fazer uma lista de vontades que gostaria de matar antes que elas me matem. Penso que este é um meme interessante para reproduzir pela blogosfera, pois ao conhecer nossos desejos nos conhecemos melhor, e quem sabe descobriremos que temos vontades semelhantes e nos mobilizaremos para realizá-las? Ou podemos simplesmente desejar juntos, onde está grande parte da graça.

Portanto, as 10 coisas que eu gostaria de fazer antes de morrer, não necessariamente nessa ordem:

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Ver uma aurora polar

Gostaria de ver uma aurora polar ao vivo, e por razões de orientação hemisférica, de preferência uma aurora austral, e de preferência nos céus da Patagônia.

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Cultivar um aquário de plantas

Porque tenho uma verdadeira fascinação por aquapaisagismo e acho aquários bonitos uma das coisas mais relaxantes do universo. Com direito a peixes, claro. A desvantagem de se ter um aquário incrementado, além do custo, é que precisa de uma babá treinada para cuidar dele quando você está fora. Apesar das dificuldades, é uma dor de cabeça que julgo divertida demais para deixar para próxima encadernação.

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Comprar uma picape

Não tenho fantasias com carro, mas sou obrigada a admitir que, para quem quer liberdade de movimento, carro é uma necessidade. Quero um carro que seja funcional, econômico e que não dê muitos problemas. Sempre gostei de picapes, porque têm caçambas onde eu poderia levar e trazer coisas grandes de todos os tamanhos. E de preferência uma picape velha o bastante para me dar o luxo de não pagar IPVA.

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Dirigir através do deserto

Estradas cruzando paisagens ermas sempre exerceram um fascínio sobre mim. Adoraria poder combinar paisagens incríveis com autonomia de movimento, dirigindo através de um deserto, ou mesmo ao longo de uma extensa faixa litorânea.

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Ter uma casa na montanha

Vou confessar que tenho fantasias de isolamento bucólico e o meu maior sonho de consumo imobiliário é uma casinha na montanha, com direito a bosque, lareira, cachorro, acesso a internet e nenhuma televisão.

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Comer trufa

Como grande apreciadora de fungos comestíveis, tenho uma curiosidade enorme pra provar a tal da trufa, mas por não ser habitué de restaurantes franceses caros, ainda não surgiu a oportunidade. Se você ver por aí uma trufa branca dando sopa, me avise!

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Participar da gravação de um filme

Não sou exatamente uma cinéfila, mas adoro um faça-você-mesmo. Depois do curso de roteiro fiquei superinteressada em tomar parte na gravação de um filme, especificamente do lado de cá da câmera, como roteirista, assistente de direção, de edição, de cenografia, de figurino, ou faz-tudo.

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Passar uma semana anônima em um lugar improvável

Quando viajo, gosto de tirar um tempinho para fugir dos lugares turísticos concorridos e ir explorar os cantos mais ordinários, simplesmente para ter o gostinho de saber como é a vida local. Afinal, o que é rotineiro para uns pode ser totalmente exótico para outros, e que experiência fantástica não é se infiltrar em mundo novo? Gostaria de tirar uma semana aqui e acolá para ser uma pessoa anônima em lugares que não estão nos guias turísticos. E aí, quando alguém me perguntasse por que resolvi passar um tempo numa vila do interior da Mongólia, eu diria: “porque quis”.

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Assistir a um congresso de ufologia

Na verdade, eu ia dizer que gostaria de ter um contato imediato do quinto grau com visitantes alienígenas, por mais assustador que isso me pareça. Mas como esse projeto de aventura não depende exclusivamente de mim, troco o meu tíquete-abdução por um congresso de ufologia.

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Fundar uma ONG 

Num país ainda tão carente de cultura e ensino de boa qualidade, creio que é meu papel mobilizar os recursos que tiver à minha disposição em favor da cultura, auxiliando quem produz e quem quer consumir. Gostaria de fundar uma ONG um dia, voltada ao fomento das artes e estímulo à leitura. É idealista, eu sei, mas o mundo precisa de boas iniciativas e nós, de causas pelas quais lutar.

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Essa foi a lista, e pretendo atualizar vocês quanto ao sucesso ou fracasso das minhas empreitadas.

Mas, ei, reproduza este meme no seu blog e conte pra mim: quais as 10 coisas que você gostaria de fazer antes de morrer?

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A Fantástica Literatura Queer sai do armário!

junho, 4 - 2011

Siiim!! Demorou, mas saiu: a Fantástica Literatura Queer estreia em 2 volumes e já está em pré-venda pelo site da Tarja Livros:

O lançamento será na sexta-feira, dia 24 de junho/2011 – a partir das 18h no Bardo Batata – Rua Bela Cintra 1333 – Jardins – São Paulo/SP (perto da estação Consolação do metrô).

Venha nos prestigiar nessa festa!!

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A Fantástica Literatura Queer é obra exemplar de como devem se pautar obras literárias coletivas: o respeito e destaque da diversidade.

Luiz Mott

Diversidade: a palavra mágica.

15 Autores brasileiros unidos por um ideal comum: prestar uma homenagem fantástica ao amor entre iguais. Queers são eles, somos nós, somos todos – conjugado assim mesmo, no coletivo, pois nossas diferenças não importam realmente. E do mesmo modo como a vivência de gays, lésbicas e transexuais não cabe em um gueto, A Fantástica Literatura Queer não cabe em um rótulo. É escancarada, livre.

Aceite o convite e embarque conosco em uma aventura caleidoscópica através de mitologias, distopias e ideologias; voe nas asas de 15 histórias de ficção científica, fantasia e terror que contemplam o amor e o prazer, desafiam preconceitos e proibições.

A porta do armário foi derrubada, as cortinas estão para se abrir… Desfilarão por este palco anjos e demônios, deuses e fantasmas, feras da noite e criaturas sobrenaturais, guerreiros e meros mortais – gente como eu e você, partilhando as emoções de um espetáculo inédito para a literatura brasileira, cuja estrela principal é o Amor que só não ousa ficar calado.

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A Fantástica Literatura Queer – Volume Vermelho

ALLIAH

Morgana Memphis Contra a Irmandade Gravibranâmica

O universo weird, caótico, explícito e debochado de Morgana Memphis tem principal influência da HQ “Transmetropolitan”, e trata de temas LGBT com uma comicidade impiedosa. Subversivo, porém comprometido, nasceu da vontade de criar e extrapolar personagens que beiram o limiar entre o cotidiano fantástico e o absurdo psicológico.

Alliah é natural de Niterói (RJ). Estudante de Artes Plásticas, é escritora, desenhista e pintora. Publicou nas coletâneas VII Demônios ~ Luxúria (2011), Deus Ex Machina (2011), VII Demônios ~ Inveja (2011), Cursed City (2011), Cyberpunk ~ Histórias de um Futuro Extraordinário (2010) e FCdoB ~ Ficção Científica do Brasil ~ Panorama 2008-2009 (2009).

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CAMILA FERNANDES

É Foda Existir

Nossa sexualidade influencia quem nos tornamos, mas não define sozinha quem somos – há muitos outras causas e efeitos na história de cada um. Há muito mais para se contar sobre alguém. Por isso, o que surgiu em minha cabeça foi um conto sobre duas pessoas – um casal. Seu gênero e orientação sexual só apareceram depois, quando eu já começara a escrever. Poderia ter escolhido diferente. Não é uma história sobre diversidade sexual, mas com diversidade sexual.

Camila Fernandes é de São Paulo (SP). Escritora, revisora e ilustradora. Participou das coletâneas Necrópole – Histórias de Vampiros (2005), Necrópole – Histórias de Fantasmas (2006), Visões de São Paulo – Ensaios Urbanos (2006), Necrópole – Histórias de Bruxaria (2008), Paradigmas – volumes I, II e III (2009) e Extraneus 2 – Quase Inocentes (2010).

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CESAR SINICIO MARQUES

Eu Tenho um Disco Voador na Garagem

Todo mundo tem um disco voador na garagem. Um segredo, uma particularidade indizível que faz querer calar e gritar quase sempre ao mesmo tempo. Escrever sobre mundos outros e descobrir se eles reverberam nas cabeças alheias é uma emoção aventuresca que liberta, e que faz do pequenino particular algo universal.

Cesar Sinicio Marques é de Guarulhos (SP). Psicólogo e estudante de Letras. Além de escrever, estuda Semiótica – pretende fazer Mestrado em análise da narrativa em video games – e compõe para peças de teatro musical.

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ROGÉRIO P. VIEIRA

Alternativa A

Observo que há pessoas que não conseguem o que almejam devido a uma limitação ou restrição imposta pela sociedade. O tema de meu conto é sobre isso: o fato dos homossexuais, se quiserem ter direito às mesmas oportunidades dos heteros, serem respeitados, serem aceitos e não temerem perseguições, ainda precisam esconder sua orientação sexual. Algo que deveria ser natural (a pessoa seguir sua orientação sexual), hoje ainda é uma atitude que requer coragem de ser tomada e que pode apresentar consequências pouco favoráveis à pessoa.

Rogério Paulo Vieira é formado em Ciências Contábeis e Atuariais, trabalha como funcionário público, atuando na área fiscal-tributária. Possui contos publicados no fanzine Megazine Scarium.

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MONICA MALHEIROS

Distúrbia

O projeto da Tarja Editorial surgiu em meu twitter através de um link postado por um autor que admiro. Acabei acessando o site e achando a proposta incrível. Como eu já escrevia histórias voltadas para a temática homoerótica, decidi participar.

Monica Malheiros nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Técnica publicitária formada e graduando em Letras. Distúrbia é seu primeiro conto a ser lançado e em seu blog, The Last Of Diary, podem ser encontrados outros trabalhos da autora.

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LAURA VALENÇA

Eros

Poderia definir meu conto da seguinte forma: um indivíduo gay procurando entender a si mesmo, e a sua relação com o mundo. Procurando seu espelho e querendo ser amado, como todo ser humano necessita ser.

Laura Valença Guerra é do Rio de Janeiro (RJ). Tradutora e professora de Inglês, autora de ficção, crônicas e poesia, além de ser estudante de Letras. Participa das antologias Painel Brasileiro de Novos Talentos – Volume 17 (2002) e Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 2 (2003).

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CRISTINA LASAITIS

Sal e Fogo

A relação entre o amor e o sexo ainda é concebida em nossa cultura como a antítese entre o sagrado e o profano – embora complementares, por vezes são tratados como antagônicos. A tradição judaico-cristã estabeleceu que o sexo, por quaisquer motivos outros que não a reprodução, é sujo e que somente o amor, este sim, puro e idealizado, pertence à esfera do sagrado. Foi pelos tropeços da história que tais concepções de pureza viraram imposições por intermédio da fé e foram usadas para justificar a opressão e o massacre silencioso daqueles considerados impuros, sobretudo mulheres e homossexuais. A homofobia por motivos religiosos é uma herança ingrata para os nossos dias, é a lama dos tempos de barbárie sujando a barra das nossas calças. O meu conto n’A Fantástica Literatura Queer é uma resposta àqueles que usam covardemente a sua religião para agredir aos seus semelhantes.

Cristina Lasaitis é de São Paulo (SP). Escritora, revisora, biomédica e mestre em psicobiologia, realizou pesquisa sobre as bases psicofisiológicas da homofobia (dissertação: Aspectos afetivos e cognitivos da homofobia no contexto brasileiro – Um estudo psicofisiológico, 2009). Lançou o livro Fábulas do Tempo e da Eternidade (2008).

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A Fantástica Literatura Queer – Volume Laranja

CLÁUDIO PARREIRA

A Presença

Para mim, A Fantástica Literatura Queer foi antes de mais nada um desafio. Estou habituado, sim, à Literatura Fantástica, mas a temática Queer me assustou um pouco a princípio. O que dizer, o que escrever, como me inserir neste universo ao mesmo tempo tão misterioso e fascinante? Fiquei uma semana pensando, mas o texto fluiu em meras quatro horas. O desafio, portanto, acabou se tornando um prazer. Muito obrigado!

Claudio Parreira é de São Paulo (SP). É escritor e jornalista. Foi colaborador da Revista Bundas, do jornal O Pasquim 21, Caros Amigos, Agência Carta Maior, entre outras. Participou das antologias Contos da Algibeira, Fiat Voluntas Tua, Dimensões.BR, e também do Portal 2001. É colunista d’O BULE.

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CINDY DALFOVO

O Beijo de Alice

Eu fiquei bem empolgada com a proposta da coletânea por juntar dois temas que me fascinam: literatura fantástica e aceitação e compreensão de uma minoria.Nós temos visto muitos avanços no decorrer da história no sentido de aprender a aceitar pessoas de uma orientação diferente, e eu quis mostrar isso no meu conto: a evolução dessa aceitação no decorrer dos anos, da época em que ser gay significa ser destinado a fogueira, e então ao ostracismo na sociedade, para então começar a ser aceito como um igual pela sociedade.

Cindy Dalfovo estuda Engenharia de Controle e Automação. Gosta de assuntos como jogos, RPG, literatura, história e ciência, e tenta misturar todos esses interesses em seus textos.

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DANIEL MACHADO

A Primeira Vez de Silvânia

A ideia de uma vampira transexual, brasileira e negra surgiu da tentativa de criar um personagem que pudesse simplesmente fugir ao clichê, Silvânia foi criada a três mãos, entre mim, uma amiga, Ana Flavia Borges, e um amigo, Osiris Reis, há mais ou menos um ano. Quando vi a chamada para a coletânea percebi que seria a melhor oportunidade, se não a única, de dar visibilidade a uma personagem tão excêntrica, que na relidade se mostrou uma metáfora para os personagens que caminham na noite em qualquer grande cidade. Então meus companheiros me deram a liberdade total para escrever o início da história dessa vampira.

Daniel Machado é estudante de literatura, em vias de concluir mestrado, e professor pela secretária de educação do Distrito Federal, amante das contos épicos e fantásticos.

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ERIC NOVELLO

Sonhos e Refúgios

O conto é uma palestra do exorcista Tiago Boanerges sobre magia e diversidade sexual. Tiago conta um caso que ocorreu com ele e se tornou conhecido da mídia: o seu envolvimento com um djin de fumaça e uma musa que deveria ter apenas inspirado uma rockeira, mas a possuiu. A história é ambientada no universo de fantasia urbana que criei para meus próximos romances e que justamente abordará temas de diversidade sexual e liberdade de escolha dentro de um mundo de fantasia.

Eric Novello é autor, tradutor e roteirista. Seu romance mais recente é Neon Azul (2010).

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KYRAN

Awaken

Estamos enfastiados de tantas heranças sociais que nem hoje, nem ontem, correspondem verdadeiramente aos direitos de civilidade dos indivíduos. Colecionamos todos os tipos de precedências históricas, e agora vemos luzir que mesmo bem e mal são construções sociais. Uma das maiores vítimas é o amor, e amor é amor em qualquer envoltório.

Kyran é estudante de História. Esboça suas fantasias com base em animações e quadrinhos do gênero “yaoi” (ou “boys love”), popular na cultura nipônica.

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OSÍRIS REIS

Queda

Eu surtei ao ler o anúncio d’A Fantástica Literatura Queer. Coletânea Histórica (com “H” maiúsculo!), vanguarda da vanguarda, a chance perfeita pra falar de pluralidade, de olhar pra fora da concha, de valor humano. Eu não conseguiria conviver comigo mesmo se não desse o meu melhor pra participar.

Osíris Reis ziguezagueou pela Medicina e Mecatrônica até formar-se em Audiovisual. É autor de Treze Milênios (2006), participou de várias coletâneas de Ficção Fantástica, além de Colossus dos X-men: as Crônicas Proibidas, uma história homoerótica.

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RENATO A. AZEVEDO

A Lista: Letras da Igualdade

Quando soube do lançamento de A Fantástica Literatura Queer, considerei esta uma ótima oportunidade de retornar as raízes da ficção científica. Este sempre foi o gênero que mais combateu a estupidez humana, incluindo evidentemente os preconceitos. Escrevi meu conto não apenas com o intuito de discutir o preconceito homofóbico e como combatê-lo, mas também várias outras formas de discriminação. Incluindo, claro, o preconceito contra a própria ficção científica (muito comum aqui no Brasil), além do preconceito contra aqueles que como nós, autores desta antologia, desfrutamos de cultura e conhecimento. E para os que perguntam, também de maneira preconceituosa, o que nós que temos cultura e conhecimento fizemos por este país, uma das respostas é: produzimos contos que incentivam a discussão e o combate aos preconceitos!

Renato A. Azevedo é autor de De Roswell a Varginha (2008). Consultor da revista UFO, colaborador da revista Scifi News, co-editor do site Aumanack. Autor convidado nas antologias UFO: Contos Não Identificados e Medieval Scifi. Participante da antologia Histórias Fantásticas Vol. 1, e Imaginários 4.

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ROBER PINHEIRO

Eu Era um Lobisomem Juvenil

Estou literalmente sem palavras para expressar o que essa obra é. Comprove lendo!

Rober Pinheiro é publicitário, tradutor e revisor. Publicou o romance Lordes de Thargor, o Vale de Eldor (2008) e participa das antologias Sagas, Vol. 1 – Espada & Magia (2011), Histórias Fantásticas 2 (2011), Paradigmas (2010), Imaginários (2010) e Medieval Sci-Fi (2010).

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Leia um trecho da obra!