Posts Tagged ‘humor’

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O mistério das estatísticas do WordPress

junho, 4 - 2009

De todos os servidores da blogosfera que usei até hoje, o wordpress é certamente o melhor e mais legalzinho (apesar de sabotar meus devaneios criativos como web designer). Uma das coisas que mais curto é o sistema de estatísticas detalhado que permite ao autor saber a quantas anda o ibope do blog.

Acabei de dar uma espiada nas estatísticas de entrada pelos search engines, os mecanismos de busca (=google), que acusa quais os termos de pesquisa foram usados pelas pessoas que chegaram até o blog. Veja só que interessante o que encontrei:

wordpresstatistics

Vê-se que o Copérnico, o Enigma e os retratos da leitura deram uma boa ajudinha, e o meu livro também foi bem procurado. O maior número de ocorrências foi  pelo meu nome, até aí é compreensível. Mas o segundo maior termo de pesquisa… “homens nus excitados” ??!! Alguém me explica what the fucking porra conection isso tem com o meu blog?

Assunto do meu maior interesse, como vocês podem ver (sim, isso foi uma ironia).  

Aprendi uma coisa nova hoje: nunca subestime o poder metafísico da pornografia!

Bruna Surfistinha, me aguarde!

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Ditados reeditados

maio, 22 - 2009

Essa listinha me foi cedida pela spam-girl Mila F. Achei bem útil, resolvi compartilhar.

Ditados revisados para o século XXI:

A pressa é inimiga da conexão.

Amigos, amigos, senhas à parte.

Antes só que em chats aborrecidos.

A arquivo dado não se olha o formato.

Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.

Para bom provedor uma senha basta.

Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

Em terra off-line, quem tem discada é rei.

Hacker que ladra, não morde.

Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

Mouse sujo se limpa em casa.

Melhor prevenir do que formatar.

Quando a esmola é demais, tem vírus anexado.

Quando um não quer, dois não teclam.

Quem ama um 486, Core duo lhe parece.

Quem clica seus males multiplica.

Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

Quem não tem banda larga, caça com discada.

Quem nunca errou que aperte a primeira tecla.

Quem semeia e-mails, colhe spams.

Quem tem dedo vai a Roma.com.

Um é pouco, dois é bom, três é chat.

Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

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Demita um político você também!

maio, 3 - 2009

Sei que estou aqui ralando loucamente para conseguir bancar minha passagem para a Austrália enquanto pago 40% de impostos sobre quase tudo para que meus representantes no congresso nacional viagem com a família de graça para Paris, Buenos Aires, Nova Iorque…

Tô com vontade de mandá-los todos para o Putaquiparistão, me ajuda?

espalhe

Vamos nos fazer o favor de não reeleger ninguém. Não sei se vai resolver, mas tenho certeza que tentar é mais barato do que repetir o erro.

Espalhe por aí!

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Meu Analista

abril, 6 - 2009

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No consultório tinha um divã,
Tinha um divã no meio do consultório.

O psicanalista logo avisou:
– Duzentos reais por sessão.
Puxa, doutor, não é muito não?
Anda muito caro esse negócio
Que o Seu Freud inventou…

Mas assim foi, eu me deitei.
Por meia hora eu falei,
Lembrei, contei, chorei…
Acabei-me naquele divã.
E quando mal me toquei:
– Próxima sexta, dez da manhã.

Na semana seguinte eu voltei
Um pouco menos deprimido,
Um tanto mais precavido,
O doutor estava bem otimista:
– Duzentos reais, à vista!

Ah doutor, assim é covardia!
Duzentos mais duzentos
E lá se vai um ano de terapia
Torrando minhas economias
Pra sustentar um analista avarento!

– Você tem um quadro depressivo,
Distúrbio evidente de histeria,
Transtorno obsessivo compulsivo
E alguns traços de esquizofrenia.
Vai mesmo abandonar a terapia?

Oh!

E dá-lhe gardenal e diazepam,
Horas intermináveis no divã,
Winnicot, Vigotsky e Lacan,
Desfiando meus aborrecimentos
Dramas, traumas e tormentos…

Mas o pilantra era esperto demais,
Tornou-me analista-dependente!
E eu, um pobre de um demente,
Financiei meu complexo de Édipo
Em várias parcelas mensais,

Que em um ano me levaram à falência!
E não curaram minha demência,
Ao contrário, que Freud me perdoe,
Mas fiquei pior a cada consulta
Com o picareta filho da psicanálise…

Ah-há!

Mas um dia acabou-se o meu dilema!
Compareci à minha última consulta,
Encontrei meu analista meio biruta…
– Bom dia, doutor, algum problema?
Está pálido, o que foi que aconteceu?

Ele pulou, gritou, se debateu:
– Por favor, não f-faça… NÃO!!
Caiu, gemeu, suspirou… morreu.
Acho que foi o coração,
Ou talvez a bala no peito.

Que Freud me perdoe…

Bem feito!

                                                        Cristina Lasaitis (2006)

                                                                                          

Essa é uma homenagem do fundo do meu subconsciente a todos os psicanalistas do Brasil!

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Vida de escritor (sem purpurina)

fevereiro, 18 - 2009
Uma pessoa vai andando pela rua e encontra um amigo:
– Oi, como vai? Soube que virou escritor!
– É verdade, escrevi um livro.
– E está vendendo bem?
– Ah, sim! Já vendi meu carro, meu apartamento, meu telefone…

Retirado do livro da Sônia Belotto: “Você já pensou em escrever um livro?”

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Mulheres na comédia

fevereiro, 13 - 2009

Tenho sentido muita falta, e olha que tem gente talentosa por aí.

Um apelo:

Garotas, façam comédia!

Marcela Leal (e Genial), comediante stand-up

 

Agnes Zuliani, comediante da Terça Insana

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Quais são suas ambições?

agosto, 5 - 2008

Sometimes I just feel like happy hour…

Créditos: O PhD. Comics é um site muito legal de tirinhas que satirizam (com muito realismo) a vida dos pós-graduandos e seu mundinho acadêmico de relatórios torturantes, congressos intangíveis, orientadores invisíveis e deadlines-surpresa. É um jeito bem inteligente de se rir da própria desgraça.

Agora me dá licença que eu tenho que terminar esse relatório…