Posts Tagged ‘preconceito’

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Entrevista no Talk Show – Just TV

setembro, 14 - 2011

E tem entrevista nova!! Ontem fui ao Talk Show da Just TV para um papo agradabilíssimo com a Célia Coev. Falamos sobre literatura fantástica, sobre minha pesquisa com homofobia, e as coletâneas Fábulas do Tempo e da Eternidade e A Fantástica Literatura Queer.

Quero agradecer à Célia Coev e Adriano Tardoque da Just TV, e ao Sérgio Pereira Couto e Ricardo Avari, que me ajudaram a chegar lá! Beijo, meninos!

E obrigada pela audiência 😉

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Pesquisa sobre homofobia na Veja

fevereiro, 28 - 2011

Que surpresa acordar nesta segunda-feira e encontrar publicadas duas matérias na Veja a respeito de homofobia baseadas numa entrevista que eu tinha concedido à jornalista Pollyane Lima e Silva tempos atrás.

Agradeço à Pollyane e à Veja pela divulgação do estudo, e espero que possa contribuir para a conscientização da sociedade e, sobretudo, dos veículos de comunicação.

Seguem os links das matérias:

Homofobia: o que leva alguém ao cúmulo de uma agressão?
Sensações de incômodo e insegurança ajudam a inflar preconceito contra gays

Homofobia: o homem é mais intolerante do que a mulher
Preconceito no país é preocupante, em especial no comportamento masculino

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Entrevista sobre homofobia para a Jovem Pan

janeiro, 25 - 2011

Hoje fui aos estúdios da TV Jovem Pan Online dar uma entrevista à Patrícia Rizzo para falar sobre homossexualidade e homofobia. Agradeço à Jovem Pan pela iniciativa e oportunidade. Seguem os vídeos da entrevista de meia-hora, em 3 partes:

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Entrevista sobre homofobia para a CBN

janeiro, 19 - 2011

Algumas pessoas têm pedido mais informações sobre o estudo sobre homofobia da UNIFESP que está circulando na mídia desde anteontem (segunda feira 16/01). Atendendo a pedidos, pretendo redigir um artigo informativo sobre o estudo e publicá-lo aqui em breve.

Mas por hora, deixo os esclarecimentos da entrevista que dei à Fabíola Cidral para o programa CBN Total na rádio CBN SP nesta noite de terça-feira (17/01). Para ouvir é só clicar no link abaixo (fiquem tranquilos que não é vírus!):

Entrevista CBN

E deixo o meu muito obrigada ao meu amigo Hugo Vera pela gravação do programa, sem a qual eu não teria como fazer este post!

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As consequencias do casamento gay

maio, 31 - 2010

Como vocês vêem, é um assunto muito espinhoso, complicado, exige aconselhamento espiritual e um planejamento de longo prazo. Não importa o que já demonstrou a Holanda, a Dinamarca, a Noruega, a Alemanha, (contra os exemplos de Sodoma e Gomorra, nenhum país é páreo). Como as dúvidas são muito grandes, melhor fazer plebiscito (como propõe D. Marina Silva, já sabendo o resultado) ou deixar para a próxima geração de deputados e senadores resolverem (ou não).

Agora, definitivamente, com a desorganização que existe dentro da militância GLBT brasileira, ninguém vai conseguir pleitear nada. Nem nesse governo, nem no próximo.

E aí, Dilma?

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Mulher, chega de papo furado!

março, 9 - 2010

E se você veio me dizer “parabéns pelo dia internacional da mu…”

STOP!!

Cansei desse mesmo papo todo ano, cara. É sempre a mesma coisa: um estamos chegando lá que nunca chega, uma exaltação de quem encara a jornada dupla, trabalho, casa, crianças e ainda arruma tempo pra ir no cabelereiro, como se essa rotina enlouquecedora fosse linda e louvável!

Não quero elogios rasgados nem exaltações vazias! Quero trabalhar por um salário justo e receber cada centavo que investi em tempo de estudo. Eu, que não pretendo ter filhos, não quero ser discriminada na hora de procurar emprego, assombrada por uma licença maternidade espanta-patrão. Não quero ser reconhecida por enfrentar jornadas duplas e triplas, quero investir na carreira, ter um hobby, viajar, beber cerveja com as amigas e, se me der na telha, coçar nas horas vagas!

E quero andar na rua em segurança, sem ouvir gracinhas ao passar do caminhão. E não quero que governo, instituição religiosa ou a liga das senhoras católicas da pqp me digam o que fazer ou não com meu corpo, meu território!

Mas pra que isso não fique só na reclamação, proponho algumas soluções. E por que não pra já?

Quero ver no Brasil uma licença parental compartilhada, no qual pai e mãe têm o direito de decidir quem vai sair de licença remunerada para ficar com a criança após o período mínimo perinatal. Pois deixar uma mulher de licença maternidade durante 6 meses enquanto o pai tem direito a apenas 5 dias é descaradamente abandonar sobre ela toda a responsabilidade do cuidado dos filhos. Sem comentar o fato de que todas as mulheres terão de arcar com as desvantagens competitivas no trabalho consequentes desse “direito”.

Quero também uma lei que proíba a discriminação salarial das mulheres, exatamente como a Lilly Ledbetter Fair Pay, assinada por Barack Obama em 2009. Cansei de ver pesquisas daqui e dali dizendo que mulheres estudam mais, chefiam famílias, assumem jornada dupla e continuam ganhando menos, sempre menos. Caramba, DEMOROU para criar uma lei! Deputadas, senadoras, CADÊ VOCÊS?? ALÔ!!

E não venha me dizer que lindas as conquistas do século passado. Beleza, foi! Mas há muito, muito que fazer! Que tal se você também começar a dizer NÃO a essa lorota de mulher-maravilha que leva o mundo nas costas?

Ah, cansei! Chega de conversa, garota, tenho mais que trabalhar.

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A primeira foto do bebê

janeiro, 7 - 2010

“Aspectos afetivos e cognitivos da homofobia no contexto brasileiro – Um estudo psicofisiológico.”

Cristina Lasaitis, 2009 – Mestrado

Aí está a síntese dos meus esforços de 2009: três anos de experimentos, dois artigos publicados, centenas de voluntários analisados, muitos contos que não escrevi, as unhas roídas e uns 10 quilos de café extra-forte. O parto foi difícil e o rebento é pesado e lindo! Tem 182 folhas, capa bordô e letrinhas prateadas.

Minha sensação agora, passado tudo é… NÃO QUERO VER TESE POR UM BOM TEMPO!

Quer dizer, até o doutorado, que talvez comece este ano.

Eu diria que a pós-graduação é um delicioso (e insano) meio de vida – não um fim, um meio mesmo. Um estilo de vida que enlouquece mas que pode lhe dar bastante liberdade de movimento e de criação, o que é bom quando é exatamente isso que você deseja.

Minha tese deverá estar disponível no banco de teses da CAPES dentro de dois anos. Demora tudo isso porque os resultados do estudo ainda tem que ser publicados.

Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram nessa empreitada, não seria possível sem a mãozinha de muita gente que acreditou, investiu e participou desse trabalho, que teve uma importância imensurável na minha vida.

E vamos pra próxima!