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Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante

Versão em PDF

Como escritora e revisora às vezes recebo e-mails de autores iniciantes que me enviam trechos do seu primeiro livro, necessitados, não de um serviço, mas de uma simples orientação profissional. O que tem me surpreendido, contudo, não é só o aumento no número desses pedidos, mas a incrível semelhança entre eles. Muitos jovens escritores compartilham as mesmas dúvidas, inseguranças, angústias, e até os erros que cometem nos seus manuscritos!
Então pensei: por que não escrever autoajuda para escritores?
Para fins práticos, anotei algumas das dúvidas mais comuns e redigi este pequeno manual de primeiros socorros ou aconselhamento espiritual para ficcionistas de primeira viagem. Aqui você vai encontrar algumas dicas gratuitas e condensadas do que você precisa saber para escrever suas histórias, aperfeiçoar sua técnica, dar destino editorial ao seu livro e se guiar pela carreira de escritor.
Este guia ficará disponível aqui no blog, inclusive com uma versão baixável em pdf; será dinâmico e atualizável, crescerá na medida em que eu adicionar mais perguntas e respostas (e eventuais correções, claro).
Você tem minha permissão para reproduzir este texto no seu próprio blog, copiá-lo, imprimi-lo, distribuí-lo, desenhar nele, colar no seu mural, dividir com seus amigos… Faça o que quiser, apenas seja legal e não deixe de citar a autora e o link deste blog.
As dicas aqui contidas são de inteira responsabilidade minha. No mais, uma fada morre cada vez que uma ilusão é destruída, e eu não me responsabilizo pelas fadas que vierem a morrer por causa deste guia!

Podemos começar?

Oi, eu escrevi uma história, quero transformá-la em livro e…

A primeira pergunta que o autor iniciante deve se fazer é: qual é o seu objetivo para com o texto que tem em mãos?

A) Quero ser lido.
Um escritor precisa de leitores e é bastante saudável você ter os seus textos lidos antes que resolva se aventurar pelo mundo editorial. A internet facilitou muito para os escritores divulgarem os seus textos com custo zero. Você pode ter o seu blog para publicar as suas histórias, pode buscar em grupos de e-mail e redes sociais fãs de um mesmo gênero literário e outros escritores iniciantes para quem irá divulgar o seu trabalho e com quem irá trocar figurinhas. O importante nessa fase é conquistar a interação com o público, ter o feedback dos leitores: ouça o que vão lhe dizer sobre o seu texto – e acima de tudo: aprenda a ouvir! Avalie os comentários e as críticas, veja quais opiniões são mais pertinentes para o aprimoramento do seu texto, e não tenha preguiça de reescrevê-lo quantas vezes forem necessárias até convencer-se de que chegou à sua melhor versão. Publicar na internet é um bom exercício de amadurecimento da escrita e do senso crítico, e uma via para a profissionalização do escritor. Alguns escritores profissionais têm nos seus blogs a sua principal via de publicação: é prático, ecológico, rápido, gratuito e permite que a informação chegue a qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Além disso, vários autores têm explorado o crescente mercado dos e-books. No exterior, os e-books têm se mostrado uma opção cada vez mais rentável na medida em que proliferam os smartphones e os e-book readers, com a possibilidade do usuário fazer download de e-books a preços irrisórios nas lojas virtuais, mas que farão uma diferença significativa nos bolsos dos seus autores. No Brasil ainda é complicado ganhar dinheiro com e-books, pois não dá para subestimar a pirataria. Mas se a sua finalidade é mesmo ser lido e divulgado, disponibilizar sua obra em formato digital é uma ótima forma de espalhar o seu trabalho!

B) Quero ser publicado.
Não é mentira se eu disser que hoje qualquer pessoa consegue publicar um livro no Brasil. São inúmeras as editoras por demanda, as editoras de baixa tiragem, as editoras mercenárias que publicam qualquer coisa desde que o autor pague, ou… quem disse que precisa de editora para publicar um livro? Não é raro encontrar autores que arcam integralmente com os custos e viabilizam sozinhos a publicação das suas obras. Se você não quiser ter muito trabalho e tiver $$$, publicar seu livro é fácil, fácil!
A pergunta correta a fazer, então, não é se você vai conseguir publicar, mas como você gostaria de publicar.
Se o seu objetivo é escrever um bom livro, mandar para uma editora, ser aceito e não precisar pagar para publicar, ter a sua noite de autógrafos, ver o seu livro na prateleira da livraria e receber bonitinho os seus direitos autorais, você persegue o ideal do escritor profissional. Não quero dizer que você precisa ser escritor profissional para ter o seu livro publicado deste modo, mas a qualidade da sua obra deverá estar próxima a um trabalho profissional – e por uma única razão: ter o seu livro aceito por uma editora, sem custos para o seu bolso, é difícil, e dependendo do gênero do seu livro (se é mainstream, chick lit, ficção científica, policial, fantasia, poesia, etc.), da sua experiência, da sua sorte, dentre inúmeros outros fatores, pode ser difícil demais.
Lembre-se que o fato de publicar não é uma garantia de que você será lido. Seja realista: você vive em um país dominado por uma cultura majoritariamente audiovisual, uma minúscula parcela da população brasileira é formada por leitores de carteirinha, e mais ínfima ainda é a parcela dos leitores brasileiros que lêem livros de brasileiros! Se o mercado editorial de autores brasileiros é pequeno, é compreensível que as editoras não darão muitas chances para os nossos escritores, e que dirá para os iniciantes! Formar o seu público leitor através de mídias informais – publicando em fanzines, antologias e blogs, por exemplo – é uma maneira de deixar as editoras mais interessadas no seu trabalho.
Pode-se concluir que a publicação de livros em papel passa pela profissionalização do escritor. Então eu lhe pergunto: você é tarado por livros? Escrever e publicar é muito importante na sua vida? Você está disposto a aprender, estudar, praticar indefinidamente, fazer sacrifícios, investir uma parte considerável do seu tempo no desenvolvimento da escrita? E o mais importante: você tem algo a dizer? Se a resposta a uma dessas perguntas for “não”, você pode ser feliz levando a literatura como um hobby, e o que vier será lucro. Mas se a resposta a todas as perguntas for “sim”, assuma a ideia de que você quer ser escritor profissional e corra atrás do seu sonho!

C) Quero ver minha história virar filme.
Se a única razão pela qual você escreve é porque tem o sonho de um dia ver sua história ganhar a telona ou a telinha, sugiro que você pare e repense o que quer realmente.
Entrar na literatura só para querer ir para o cinema será uma jornada trabalhosa demais, tortuosa demais para um resultado imprevisível e com grandes chances de frustração.
É verdade que o cinema e a literatura se comunicam, mas cada uma dessas mídias tem recursos próprios e exclusivos. As imagens do cinema podem ser mais emocionantes e belas do que as palavras são capazes de descrever; por outro lado, as palavras podem criar sensações e emoções impossíveis de transportar para uma tela. O cinema comporta bem as narrativas épicas e dramáticas (e seus subgêneros: comédia, tragédia, farsa e melodrama), e os livros comportam, além dessas, as narrativas líricas. Nesse sentido, a literatura é mais completa por ir além da interface audiovisual, é exequível por meros mortais e infinitamente mais barata do que o cinema.
Sim, alguns livros vão para o cinema, mas nunca diretamente. Veja que é necessário um trabalho de adaptação para transformar um livro em roteiro de cinema, e raramente é o próprio autor quem faz o roteiro adaptado. Na maioria das vezes, depois que os direitos autorais são comprados, o autor da obra sequer é consultado pelos produtores, não tem o menor poder de decisão sobre o que será feito no estúdio. Sem cogitar que o cinema tem o poder de melhorar ou piorar uma história – e, mais comumente, destruí-la. Poucas são as adaptações realmente fiéis às obras originais. E você provavelmente já saiu de uma sessão de cinema ouvindo alguém comentar: “mas o livro é muito melhor!”
Devo acrescentar que estamos falando em português, o que torna a sua vida um tanto mais difícil. No Brasil são pouquíssimos os livros que ganham adaptações cinematográficas, e risque dessa lista as obras de ficção científica e fantasia. Se a sua história for uma história fantástica, cheia de efeitos especiais, que só poderia ser filmada com o dinheiro e a tecnologia dos grandes estúdios estrangeiros, seja realista, é muito difícil que sua história vá para o cinema!
Não estou dizendo que o seu sonho é impossível, nem que você deve desistir dele. Mas há outros meios mais eficazes de perseguir o seu objetivo, ou que pelo menos podem lhe trazer mais satisfação.
Se o seu sonho é mesmo o cinema ou a TV, já pensou em se tornar um roteirista? Muitos roteiristas são escritores, muitos escritores são roteiristas; não há grandes diferenças entre um e o outro: ambos precisam saber como contar uma história. As habilidades são semelhantes, muda apenas a formatação e a finalidade: o foco do roteirista é a obra audiovisual. Não é necessário ter uma formação específica para ser roteirista, você pode estudar manuais de roteiro, procurar cursos – existem até cursos de roteiro gratuitos (como o da Biblioteca Roberto Santos, em São Paulo).
Pense que será mais fácil deixar produtores e cineastas interessados na sua obra se você mandar para eles um roteiro pronto, e não um livro. E também será mais provável conhecer as pessoas certas se você se infiltrar como roteirista no universo do cinema e da TV.
Mas ainda não falei dos empreendedores solitários. No Brasil há escritores fantásticos que construíram suas carreiras publicando romances e, sonhando com a adaptação audiovisual das suas obras, empreenderam suas próprias filmagens, produzindo pequenos seriados para a internet. Não é o mesmo que ir para o cinema, mas é um começo, uma esperança – quem sabe um dia? São casos que podem lhe servir de inspiração, basta ter iniciativa e vontade de trabalhar.

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O que é preciso para escrever um bom conto/ romance?

Essa é uma pergunta muito subjetiva. Subjetiva mesmo, pois não existem fórmulas infalíveis e não há regras sem exceções. Escrever bem demanda um pouco de feeling, talvez um pouco de intuição, mas principalmente senso crítico, habilidade e experiência.
É lógico que escrever um conto de 2 páginas é bem diferente de escrever um romance de 500, mas aqui não disponho de tempo nem espaço para me aprofundar nos diferentes formatos. Listo abaixo 11 dicas genéricas para escrever:

1) Planeje o seu texto.
Há escritores que são intuitivos e que gostam de trabalhar com infinitos graus de liberdade; começam a escrever um texto sem saber aonde ele irá levá-lo, e deixam a história conduzir os seus próprios movimentos (já disse que tem escritores que acreditam que a história tem vida própria?). Isso pode ser simples para escritores experientes ou quando se escreve narrativas curtas. Mas a ausência de um planejamento pode deixar o autor perdido em meio aos labirintos das narrativas mais longas e complexas. Fazer um roteiro do que irá escrever, listando os acontecimentos principais da história dentro de uma sequência lógica, é a melhor maneira de controlar a condução da narrativa. É recomendável que você planeje capítulo a capítulo se for escrever um romance; e que planeje a sequência cronológica dos fatos e a sequência narrativa se for escrever uma história com cronologia não-linear. Repito que planejar é uma forma de ter algum controle, pois durante a redação é comum os acontecimentos fugirem ao plano, novas ideias surgirem gerando desvios na história, e até mesmo um final inesperado se impor antes do desfecho previsto.

2) Pense em gêneros literários.
Nunca cheguei a indagar outros escritores se eles pensam em gênero literário na hora de escrever. Não digo que você é obrigado a decidir-se por um gênero ou outro, a maioria dos autores conduzem suas histórias de forma intuitiva. Mas conhecer os gêneros literários é algo que pode ajudá-lo a compreender melhor o que você quer da sua história. É mais uma forma de nortear a construção da narrativa e pode poupá-lo da dor de cabeça de se perder durante a escrita, começando uma história que parece comédia, depois fica com cara de melodrama e acaba como tragédia, só para citar um exemplo esdrúxulo.
Existem muitas noções falsas a respeito de gêneros e subgêneros literários. Para todos os efeitos, épico não é o mesmo que história de batalhas medievais, comédias não são necessariamente engraçadas, tragédias não são histórias que terminam em morte e melodrama não é sinônimo de novela mexicana açucarada. Deixei-o mais confuso? Por enquanto ficarei devendo uma elucidação desses pontos, mas pensarei em acrescentar um capítulo sobre isso futuramente neste guia. Por hora, meu conselho é que você seja curioso e pesquise sobre os gêneros lírico, épico e dramático, e os seus subgêneros. Eles nos oferecem inúmeros elementos para compor narrativas, e conhecê-los é a melhor forma de você se servir de todo o espectro de variações possíveis dentro da literatura e se sentir mais confiante para escrever, ainda que dentro de estruturas que não lhe pareçam convencionais.

3) Crie conflitos e explore a tensão emocional.
Para os mais ortodoxos, história sem conflito não é história, é só um “causo”. É comum crônicas serem desprovidas de conflito; por outro lado, contos, novelas e romances demandam complicações e resolução de problemas. Quando falo em conflito, note que não precisa ser nenhuma guerra declarada, o conflito pode ser sutil: um dilema, uma busca, um problema que demanda atitudes e ações do personagem. O papel do conflito é conferir tensão emocional à trama, e sabendo explorar a tensão você poderá tornar a sua história especialmente emocionante para o leitor. Existe uma curva clássica de tensão que você pode facilmente identificar em quase todas as narrativas da nossa cultura corrente (em contos, romances, lendas, filmes, peças…), e ela tem este perfil:

A história se inicia em uma situação basal (as coisas como são de costume), surge o fator complicador eliciando o agravamento da situação, o que gera um aumento gradual da tensão até o momento do clímax. No clímax há a resolução do problema (que pode ser também um fracasso), o relaxamento da tensão e, por fim, a conclusão.
Esse esquema é mais uma média do que uma regra. Em algumas narrativas mais longas essa curva não é necessariamente lisa, mas composta por vários picos de tensão. Também nada impede o autor de encerrar a narrativa no clímax, deixando-a sem resolução, ou, se preferir, de explorar uma conclusão excepcionalmente longa, com final e epílogo.
O que você deve saber é como extrair o máximo de tensão emocional a partir dos conflitos. Pensar conscientemente nessa curva de tensão poderá ajudá-lo muito na hora de escrever uma história emocionante.

4) Acerte o ritmo.
É preciso saber conduzir o leitor sem entediá-lo com um texto arrastado demais, nem deixá-lo insatisfeito com uma “ejaculação precoce”. Não é fácil descobrir qual a medida certa de contar a sua história. Se estiver escrevendo um conto, não há espaço para minúcias e prolixidades (ou enchição de linguiça). A narrativa do conto deve ser dinâmica, objetiva, todas as informações devem ser funcionais, e tudo o que for excessivo, redundante e desnecessário deve ser cortado. Isso não quer dizer que o conto dispensa descrições, aprofundamento psicológico e caracterizações – como eu disse, num conto todas as informações devem ter função; devem servir para ambientar o leitor e fornecer-lhe dados essenciais para que consiga acompanhar a narração sem problemas.
Já nos romances há bastante espaço para o detalhamento. É esperado que o romance tenha uma barriga, uma determinada quantidade de gordura textual que serve para enriquecer os entornos da trama, criar uma ambientação rica, gerar pausas e respiros em que é possível a convivência do leitor com os personagens, potencializando o envolvimento emocional e a aproximação empática. No entanto, a ideia de que se dispõe de espaço de sobra pode ser também traiçoeira: ao querer engrossar o livro, o autor pode incorrer no erro de produzir texto demais para conteúdo de menos, e aí não há salvação; o romance ficará arrastado e o leitor terá a sensação de que o escritor está tentando enrolá-lo.
Procure usar o espaço disponível a seu favor. Escreva tudo o que lhe vier à mente, mas ao final do texto não deixe de reler e de cortar tudo o que for excessivo e comprometer a fluidez da leitura.

5) Seja original.
Você não quer que sua obra seja mais do mesmo e o seu leitor espera que você lhe dê o gostinho de algo novo. Pode ser uma história com elementos improváveis, personagens inusitados, um ponto de vista diferente, uma premissa curiosa, uma nova forma de se contar histórias… Para ser original às vezes é necessário explorar os recônditos mais ocultos da imaginação, é preciso andar na contramão, ser meio louco e meio criança, não economizar na ousadia. Ser inventivo é fundamental em qualquer departamento da arte, mas isso não basta. Você só saberá o quanto pode ser original conhecendo o gênero literário em que escreve. Hein? Repito: você só terá uma medida da sua originalidade conhecendo as obras que já foram publicadas no gênero literário em que você escreve. Isso significa que você deve ler e pesquisar muito a fim de saber exatamente o que fazer para fazer diferente.
Você é livre para fazer menções e homenagens através da literatura, citando autores e obras que gosta. Apenas, de maneira nenhuma, incorra no plágio! Não queira se apropriar de personagens, lugares fictícios, invenções, ou ideias que não são suas. Vai ser muito feio se o seu leitor achar que você copiou uma ideia. Então, se for copiar, pelo menos disfarce direito!
Ser original também significa evitar ao máximo os clichês. O que é um clichê? É uma ideia que já foi tão usada que ficou gasta, e a gente usa sem pensar. Por exemplo: o herói bonitão e perfeito que vai resgatar a mocinha indefesa, que foi sequestrada pelo vilão mau e feio – quantas vezes você já viu essa história?
Apenas afiando o senso crítico o autor ganha um bom detector de clichês. Mas na ausência de um, fica a dica: tudo o que lhe parecer convencional demais provavelmente é clichê.

6) Seja verossímil.
Ser verossímil é ser convincente, é oferecer dados que conferem plausibilidade a uma ficção, é oferecer evidências capazes de tornar coerente até o fato mais louco. Você deve sempre buscar essa qualidade, e a razão é muito simples: quanto melhor formos convencidos, mais somos seduzidos por uma história. Trabalhar com a verossimilhança é, de certo modo, explorar essa falha de processamento que faz com que o cérebro não saiba distinguir bem ficção de realidade (razão pela qual acreditamos em religiões, lendas, mitos, seres sobrenaturais, etc.).
Há autores que acham que dentro da ficção científica e da fantasia tudo é possível, então não se dão ao trabalho de sustentar suas histórias dentro de uma lógica. Esse é um grande erro! Na verdade, trabalhar com a verossimilhança de universos fantásticos exige especial cuidado. Um autor que queira escrever uma ficção científica verossímil deve fundamentar sua história com conhecimento científico (ainda que seja uma ciência inventada por ele!). Do mesmo modo, um universo de fantasia convincente deve ter consistência interna e funcionar dentro de leis pré-estabelecidas (ainda que essas leis sejam completamente inventadas!), tomando-se o cuidado de não criar contradições.
Para quem quiser entender mais sobre a arte de enganar o leitor, recomendo fortemente ler os contos daquele que considero o mestre da verossimilhança fantástica: o escritor argentino Jorge Luis Borges.

7) Pesquise!
Por favor, escreva sobre coisas das quais você entende bem, não se aventure a afirmar sobre o que você não tem certeza. Escrever um livro demanda uma vasta pesquisa, mesmo se for um livro de ficção. Há um grande espaço para você exercitar a sua criatividade, naturalmente, mas mesmo uma obra fantástica não sairá integralmente da sua imaginação, você se baseará em algumas informações do mundo real – dados científicos, dados históricos, tecnologias, elementos mitológicos, elementos culturais, citações de outras obras literárias, etc. Lembre-se que o leitor é um bicho muito exigente, ele vai notar se você der um deslize, então não tente enrolá-lo sob nenhuma circunstância.

8) Crie personagens interessantes.
Saber criar personagens cativantes é meio caminho para conquistar o leitor. Podemos dividir os personagens em duas categorias geométricas: os planos e os esféricos.
Personagens planos são superficiais, e não são necessariamente piores do que os complexos, desde que tenham uma função a desempenhar dentro de uma história onde o foco são as ações, os acontecimentos, e não esses personagens. É comum personagens planos serem estereotípicos – o cientista maluco, a sogra infernal, a empregada gostosa, o gay efeminado e o milionário excêntrico são alguns exemplos de estereótipos –, mas há que se ter cuidado com esses perfis genéricos, pois costumam ser ofensivos. Personagens planos carregam a cruz de serem sempre o que são; podem até se redimir, mas não mudam. Não costumam ser bons protagonistas, e o leitor pode ficar enfastiado por serem óbvios e previsíveis.
Personagens esféricos (ou tridimensionais) têm profundidade psicológica, introspecção, defeitos e virtudes, questionamentos e revoltas, manias e idiossincrasias; são personagens parecidos conosco e, em virtude disso, potencialmente carismáticos e úteis para criar empatia com o leitor. Personagens esféricos costumam ir além do herói perfeito e do vilão perverso, coloque aí protagonistas e antagonistas que não são classificáveis dentro do modelo maniqueísta convencional; variados anti-heróis, vilões doces, duplas personalidades, personagens moralmente ambíguos, instáveis, mutáveis, imprevisíveis…
Os personagens podem tanto ser o “prato principal” de uma trama, como serem meras testemunhas do desenrolar dos acontecimentos. O teor da trama definirá a demanda dos personagens. E não se esqueça de que há histórias que admitem como personagens animais, objetos e até lugares.
Regra de ouro: todo personagem deve ter um papel dentro da trama. Se um personagem ficar sem função, é sinal de que ele está sobrando e deve ser cortado.

9) Cuide da linguagem.
É uma pena que a linguagem seja tão negligenciada pelos escritores que fazem literatura de entretenimento. Conheço muitos que se limitam a narrar a sequência de acontecimentos sem se preocupar em nenhum momento com o efeito das palavras. Para fazer uma comparação, são como desenhistas que só se preocupam com os contornos, ignorando completamente a ideia de pintar os desenhos. Uma obra literária sem trabalho de linguagem fica assim: daltônica, sem cor, carente de toda uma dimensão de qualidades.
Ao trabalhar com a linguagem, o autor está preocupando em usar todos os recursos expressivos da língua (fonéticos, morfológicos e sintáticos) para provocar sensações no íntimo do leitor. É uma forma dar personalidade à escrita, conjugando beleza e funcionalidade. Você pode escrever prosa poética, pode explorar o universo de coloquialismos da literatura regionalista, as gírias da literatura marginal, pode criar um linguajar inteiramente novo, sintonizar-se com um espírito de época ou rompê-lo intencionalmente. Escolhendo as palavras adequadas, você pode narrar na voz de um caipira, de um menino de rua, de um robô, de um homem das cavernas, de um poeta, de uma criança…
É difícil falar em linguagem sem citar exemplos, e como não disponho de espaço para isso, as melhores dicas que posso dar é: A) estude figuras de linguagem e pontuação, e B) leia! Leia prosadores e poetas de todos os períodos literários, e leia autores clássicos e contemporâneos conhecidos pelo seu trabalho de linguagem.

10) Use elementos estéticos.
Éstética diz respeito aos elementos de caracterização e ambientação que você usará nas suas histórias: é a arquitetura, o paisagismo, a iluminação, a cenografia, o design dos objetos, a moda que veste os personagens, a decoração, as condições meteorológicas, o espírito de época, etc. São dados que serão fornecidos ao leitor através de descrições e também por uma linguagem característica. Algumas vanguardas literárias, como o cyberpunk, o steampunk, o dieselpunk e o new weird, trazem consigo pacotes prontos de estética e linguagem. Por exemplo: o gênero steampunk (punk a vapor) é uma mistura de elementos ornamentais e tecnológicos da era vitoriana com tendências do movimento punk, e no domínio da linguagem é caracterizado por uma curiosa mescla da fala empolada do séc. XIX com expressões pós-modernas.
É importante pensar na estética, sobretudo quando se pretende contar uma história que se passa em uma realidade diferente desta que conhecemos: um país estrangeiro, um outro planeta, um universo de fantasia, algum lugar do passado ou do futuro. Ainda que o cenário escolhido não seja exótico, a estética pode ser trabalhada com a finalidade de projetar um ponto de vista particular, ressaltando características específicas do ambiente, por exemplo: histórias de terror inspiram-se com frequência na estética gótica, utilizando muitos cenários noturnos, cores frias, contrastes, ambientação sombria e lúgubre, etc.

11) Burile.
Colocou o ponto final no texto? Acha que está pronto? Não está, não! Agora você deve relê-lo algumas vezes e verificar se a escrita está clara, se a história está coerente, se a leitura está fluida, se os diálogos soam naturais, se não ficaram lacunas de entendimento, se não há nada que tenha ficado forçado ou inverossímil, se não há nenhum personagem que ficou sem papel, se não há nenhum elemento que ficou sem função, se não há trechos e falas que não farão falta se forem cortados… Não tenha dó de fazer cortes, seu texto irá ganhar se você limpar toda a banha para deixar apenas o filé. Saiba que há casos de escritores que chegam a cortar até metade do texto entre o primeiro rascunho e a versão final!
A qualidade do texto é diretamente proporcional ao tempo que o escritor gasta polindo as suas arestas. O trabalho de burilamento pode ser a parte mais demorada e exaustiva do processo de escrita, mas é essencial se você preza por um trabalho bem feito. Em meio a tantos autores e publicações em quantidade, o cuidado com a qualidade do texto pode ser um grande diferencial, pense nisso!

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O que preciso para me tornar um escritor profissional?

Não existem fórmulas mágicas para isso. Tornar-se escritor é um desafio que você pega ou larga. É um aprendizado enorme, tortuoso, dá trabalho, toma tempo, e só vale a pena se você realmente ama o que faz. As dicas a seguir podem lhe ajudar a chegar lá:

A) Leia. Em primeiro lugar, o escritor é um leitor, portanto leia. Leia. Leia mais um pouco. Leia até ficar com dor de cabeça! Leia livros variados. Não deixe de ler clássicos e cânones da língua portuguesa (porque é a língua em que você escreve). Conheça as obras do gênero que você pretende escrever (p ex.: se quer escrever fantasia, pesquise sobre tudo o que já foi publicado em fantasia). E não apenas leia, estude com os olhos de um escritor. Repare em como os autores desenvolvem as suas narrativas, tente visualizar a estrutura dos textos, preste atenção no trabalho de linguagem, perceba as sutilezas, sinta os efeitos… Pense sobre o que você leu. Extrapole as interpretações, pense sobre a mensagem do autor, o modo como ele a expôs e se deixou sugestões ocultas nas entrelinhas. Faça exercícios críticos. Compare autores. Descubra por que você gosta dos livros/autores que gosta, entenda quais os pontos fortes deles, e faça também o exercício de procurar defeitos nos seus livros/autores preferidos. Só a leitura irá afiar o seu senso crítico.

B) Conheça a sua língua. A língua portuguesa é uma tigresa indócil: gramática complexa, regras cheias de exceções, vocabulário vasto, reforma ortográfica recente… Você não é obrigado a saber tanto quanto o Professor Pasquale, mas deve ter conhecimento o bastante para escrever decentemente. Você pode pensar: “mas haverá um revisor lá na frente para corrigir os meus erros”. Sim, é verdade. Mas se o seu intuito é ser um escritor profissional, a língua portuguesa é o seu instrumento de trabalho, então busque ser profissional. Não vai doer se você anotar suas dúvidas de português, consultar dicionários, pegar os livros de gramática do colégio de vez em quando para estudar. Mesmo que você queira escrever suas narrativas numa linguagem cotidiana, coloquial, é necessário ter o domínio da norma culta. O escritor precisa saber escrever certo para se dar a liberdade de escrever errado! E não se esqueça que a escrita é uma espécie de educação continuada. A língua é dinâmica, viva, você deve sempre se atualizar e acompanhar os seus movimentos.

C) Pratique. E muito. Há autores que reservam um horário do dia para escrever e escrevem todos os dias. Tenha em mente que o aperfeiçoamento da escrita é lento, e se você procrastinar será mais lento ainda. Ademais, escritores profissionais não podem depender da inspiração para escrever. É como qualquer outra profissão: você deve trabalhar com chuva ou com sol, apaixonado ou com dor de barriga. Faça um esforço para escrever fora da sua zona de conforto, além da sua disposição e da inspiração.

D) Comece por narrativas curtas. Por mais ansioso que você esteja para escrever sua primeira trilogia épica, entenda que você só vai produzir uma boa trilogia (ou um romance que seja) quando tiver habilidade para isso. Por mais genial que seja a sua história, ela irá se perder se você não souber como contá-la. Costumo dizer que o escritor iniciante que resolve escrever um romance logo de cara é como uma pessoa que nunca trabalhou na construção civil que de repente resolve erguer uma casa sozinha, dificilmente o trabalho ficará bom. Falta a habilidade e o conhecimento técnico das fundações, da estrutura.
Por isso, antes de se pôr a elaborar romances, amadureça primeiro a sua escrita, escreva contos! Contos são um ótimo laboratório de escrita: são narrativas curtas, fáceis de serem levadas a cabo e são altamente experimentais. Escrevendo uma dúzia de contos você poderá testar diferentes estruturas, tempos verbais, narradores, estilos, linguagens, poderá provar diferentes gêneros literários, usar diversas receitas e até fazer invenções! Além disso, contos são exercícios de síntese, ensinam a cortar informações desnecessárias e evitar a prolixidade. Escrever contos lhe possibilitará ter um feedback rápido dos leitores (e, convenhamos, é mais fácil reescrever um conto do que um romance inteiro!). Através dos contos você poderá matar sua vontade de publicar em curto prazo, participando de antologias de autores. Dedique um tempo para amadurecer as suas habilidades literárias até estabilizar um estilo próprio. Conforme adquirir confiança na sua escrita, você poderá se aventurar por narrativas cada vez mais longas.

E) Aprenda a ouvir críticas. Um escritor precisa de leitores, certo? E um escritor que queira vender precisa agradar a muitos leitores. Não estou dizendo que você vai escrever apenas em função de agradar, mas ainda que o que você tem a dizer não seja do agrado da maioria, o importante é que você escreva bem, que tenha algo importante a comunicar e que sua mensagem tenha o poder de tocar o leitor. Para aprimorar a sua escrita você precisa de opiniões, então não seja fresco: peça-as e escute-as! Seus pais, seus tios, seus amigos provavelmente vão dizer que você escreve bem e disso você pode concluir duas coisas: 1) eles não entendem nada de literatura, e/ou 2) eles amam você demais para perderem tempo sendo sinceros. Não, as pessoas próximas a você são suspeitas demais, não contam. Procure a opinião de pessoas com quem você não tem nenhum vínculo, que sejam leitoras habituais ou também escritoras, e que sejam mais experientes que você no ramo. E tenha em mente que não são elogios que lhe ajudarão a aprimorar a escrita: são as críticas! Alguém precisa lhe indicar os pontos fortes e fracos do seu texto, apontar tudo o que pode ser melhorado. Não seja defensivo, ouça abertamente, compare opiniões e pondere. Contratar um serviço de leitura crítica pode lhe ajudar bastante, sobretudo quando tiver interesse de encaminhar o seu manuscrito para uma editora.

F) Participe de oficinas. Nada melhor para interagir com outros autores do que participar de oficinas. Oficinas de escrita podem ser organizadas em escolas, universidades, bibliotecas… E mesmo que você more em Pirapora do Bom Jesus e seja o único escritor num raio de mil quilômetros, não se desespere, a internet faz maravilhas por você! É possível organizar uma oficina através de grupos de e-mail, e publicar os textos produzidos em blogs, sites e fanzines virtuais criados especialmente para isso. Por mais informal que seja, é interessante a roda se restringir a um grupo pequeno de escritores (cerca de 10 pessoas) dispostos a levar a sério as atividades. Para uma oficina funcionar, os membros propõem um texto a ser redigido (conto, crônica ou poema, dependendo do interesse do grupo) dentro de um tema, cada membro envia o seu texto e todos lêem e emitem as suas opiniões. Na ausência de um cronograma de atividades, existem manuais de escrita que podem ser usados para conduzir oficinas. Geralmente as oficinas são comandadas por um escritor mais experiente, mas isso não é regra; um grupo de escritores iniciantes pode alcançar bons resultados pela simples troca de experiências e impressões. Em todo caso, oficinas são excelentes para o aperfeiçoamento da escrita e do senso crítico e é altamente recomendável que você participe de uma.

G) Postura profissional. Se você deseja ser um escritor profissional pode começar desde já a buscar uma postura profissional. Profissionais têm ética no seu trabalho e nas suas relações. Profissionais prestam serviços e desenvolvem produtos. Profissionais pesquisam o mercado em que estão se inserindo. Profissionais buscam excelência e inovação. Para o escritor profissional, o livro não é o seu filho, não é o seu ego, não é a sua extensão; o livro é meramente um produto. É duro falar assim de algo que tem um valor emocional imenso para o autor, mas a partir do momento que você procura uma editora, aceite que você tem um produto e quer vendê-lo. No escritório do editor o que conta não é o entusiasmo autoral, mas o potencial mercadológico. Não adianta dizer que o seu livro é especial, que é a coisa mais importante da sua vida; o editor pode lhe pedir para reescrevê-lo, para cortá-lo pela metade, para mudar o final, e você naturalmente pode não gostar. Se você não estiver preparado para tratar o seu livro como um produto, não está preparado para publicar.

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Como publicar meu livro?

A primeira dica é: não tenha pressa! Porque se você fizer uma publicação ruim ou de qualquer jeito, irá se lamentar até conseguir outra melhor.
Antes de procurar uma editora é aconselhável contratar um serviço de leitura crítica profissional. Saiba ouvir as críticas que você vai receber e considere fazer modificações no manuscrito a fim de melhorá-lo. Quando tiver a versão definitiva, contrate um serviço de revisão e somente então vá procurar as editoras.
Procure editoras que publiquem autores nacionais e livros do mesmo gênero que o seu. Pesquise detalhes mercadológicos sobre as editoras: qualidade do trabalho de diagramação e impressão, preço de capa, tiragem, distribuição nas livrarias e, eventualmente, publicidade. Peça a opinião dos autores que publicaram pelas editoras que você tem em vista. Muitas editoras cobram (caro) do autor, mas nem todas. Dê prioridade àquelas que lhe parecerem ter o melhor custo-benefício (e de preferência, sem custos para o seu bolso).
Para alguns autores esse processo é uma via-crúcis. Muitas editoras têm um limbo especial chamado “pilha do amor”, feita de manuscritos que supostamente serão avaliados com muito carinho em algum momento da eternidade antes que o papel entre em decomposição. Infelizmente é comum as editoras demorarem meses para lhe dizer um simples “não”. Esteja ciente de que na sua vida autoral você irá receber algumas cartas de recusa. Isso é praxe. Todo escritor recebe cartas de recusa! Simplesmente não se abale, risque essa editora da lista e vá bater na próxima. Seja persistente. Se o seu trabalho for bom, alguém irá se interessar. Se servir de consolo, lembre-se que existem livros de sucesso que foram campeões em recusa de editoras.

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O que preciso para me tornar um escritor rico e famoso?

Se você quer ficar rico, é altamente recomendável que jogue na mega-sena todas as semanas e tenha muita, muita sorte!
É comum a TV e o cinema venderem a fantasia do escritor bem sucedido, que tem dinheiro para viajar o mundo, que vive numa mansão, que frequenta jantares luxuosos e tem uma vida amorosa pra lá de movimentada… Mas como você vê, esses escritores são personagens de ficção, construídos a partir dos sonhos de outros escritores. Na prática, vida de escritor não é fácil. Pode até ter charme intelectual, mas não costuma ter muito glamour.
Sim, existem escritores que ficaram ricos e famosos como escritores. E não, esse não é um sonho impossível. Mas fama e dinheiro vêm para tão poucos, que é uma furada tornar-se escritor apenas em função desse sonho.
No Brasil, não é bom negócio ser escritor. O povo brasileiro tem uma cultura majoritariamente audiovisual, por aqui são raros os leitores vorazes, e mais raros ainda os brasileiros que lêem livros de brasileiros. Como o mercado de literatura nacional é pequeno, as editoras dão poucas chances aos escritores estreantes. É um desafio conseguir publicar o seu livro, e um desafio maior ainda conseguir formar um público de leitores. Além disso, leve em conta que o escritor ganha em torno de 10% de direitos autorais sobre o preço de capa do livro. Mesmo que venda centenas de exemplares, o valor que recebe é irrisório e mal dá para pagar a conta de luz!
Não é exagero dizer que muitos escritores trabalham por paixão. Mas como paixão não tem proteínas, vitaminas nem sais minerais, a grande maioria dos escritores brasileiros tem um emprego convencional para se sustentar e escreve nas horas vagas. É óbvio que nenhum escritor de fim de semana tem condições de competir com o Stephen King, com o Dan Brown, com a J.K. Rowling, e nem mesmo com o Nicholas Sparks, seja ele quem for.
São pouquíssimos os escritores brasileiros que realmente vivem de literatura, e esses geralmente complementam o seu “salário” dando conferências, palestras, oficinas, ganhando prêmios, participando de bancas avaliadoras, escrevendo colunas em jornais… Como você vê, é um trabalho sacrificado, mas infinitamente gratificante para quem faz o que ama. Quando você é muito bom no seu trabalho, consegue ganhar reconhecimento e algum dinheiro. Mas se isso não for suficiente, consulte o paulo@coelho.

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Minha primeira obra será uma trilogia!

Cuidado, você pode ter sido infectado pelo Trilogium iniciatus! Trata-se de um agente patogênico pouquíssimo conhecido que infecta o sistema nervoso dos autores iniciantes produzindo um desejo incontrolável de escrever trilogias. Embora não seja mortal, essa síndrome bizarra gera um imenso estresse no organismo, que se põe a escrever a torto e a direito sem nunca conseguir chegar ao fim do primeiro livro, ou, se chegar, sem conseguir produzir uma narrativa madura e de boa qualidade. O primeiro sintoma é o aparecimento de uma ideia fixa e persistente de que a história só pode ser contada em três livros – e já foram reportados casos de autores que resolveram escrever trilogias de cinco, sete e até treze livros!
Embora o autor infectado reconheça que é mais fácil e apropriado para o seu nível de experiência escrever narrativas curtas e produzir um primeiro e único livro de estreia, por algum motivo misterioso o organismo insiste no gigantesco dispêndio de energia de produzir uma trilogia logo de cara.
Tem tratamento? Em geral, recomenda-se o engavetamento da trilogia, seguido de um período de amadurecimento da escrita através de narrativas curtas e, de preferência, participando de oficinas literárias. Durante esse período de terapia, o autor irá fazer experimentações, aprender técnicas, estabilizar um estilo, compreender a estrutura da narrativa, ler muito, aguçar o senso crítico e amadurecer como autor a fim de poder escrever a sua tão sonhada trilogia.

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Como faço para publicar meu livro no exterior?

É indiscutível que conseguir publicar o seu livro em outra língua é uma conquista e tanto, ainda que simbólica. Significa que alguém lá fora viu potencial no seu trabalho, por alguma razão o seu livro chamou a atenção e assim aumentaram muito as chances de haver um “evento em cascata”, fazendo editoras se interessarem em publicá-lo em outros países, o que fará mais editoras se interessarem em publicá-lo em outros países…
Uma publicação no exterior aumenta as suas chances de ganhar algum dinheiro e, definitivamente, de ficar famoso.
É difícil? Eu diria que é dificílimo.
Para quem quer espalhar sua obra pelo mundo, a língua portuguesa é um sério entrave. O mais seguro será publicar em inglês, certo? Só que são poucos os tradutores literários que fazem versão português/inglês, e, como você pode imaginar, o serviço custa bastante caro. Mas suponhamos que você pague pela versão inglesa do seu livro, seu próximo passo será buscar uma editora no exterior. Você escolhe a dedo editoras norte-americanas ou inglesas que publicam livros do mesmo gênero que o seu, manda o seu manuscrito e fica sonhando com uma resposta.
Vou lhe confidenciar uma coisa: descobrir como funciona o mercado literário de língua inglesa pode ser uma experiência traumatizante para um autor! A começar que é um mercado supersaturado; são milhares de publicações por mês; são montanhas de livros cobrindo montanhas de livros, são milhares de autores se sobrepondo a milhares de autores. Nesse cenário, o escritor irá trabalhar como um louco a vida toda para ser mais um na prateleira da livraria. Há público para tudo isso, é verdade, há leitores no mundo todo, as tiragens são gigantescas. Para atender a esse mercado existe uma verdadeira indústria, o que significa que o método também é industrial. As publicações são encabeçadas por um exército de escritores profissionais com os quais é impossível concorrer, muitos deles escrevem sob encomenda, dentro de fórmulas padronizadas por editoras; são como fábricas de best sellers. Obviamente, não sobra muito espaço para a criatividade. Há livros sobre tudo, o autor olha para os horizontes da livraria e desconfia que todas as ideias já foram usadas, (imagine a angústia!). Como ficam os autores iniciantes? Ficam sufocados, batalhando pela sua primeira publicação, queimando os neurônios enquanto tenta descobrir como fazer seu livro sobressair em meio à inundação.
A única vantagem que pode ter um escritor estrangeiro nesse contexto (o que inclui os latinos, como nosotros) é servir de prato exótico para um mercado sedento por tudo, e talvez essa seja a única brecha possível.
Desculpe se eu acabo de destruir uma ilusão, mas vou lhe recompensar com uma boa notícia. Está sentindo o ar fresco? Está vendo os prados verdes, essas montanhas virgens ao seu redor? Pois bem. O mercado literário brasileiro ainda não está saturado. O nosso país anda extremamente necessitado de bons escritores de ficção – aliás, anda necessitado de qualquer mão-de-obra intelectual. E se o seu negócio for literatura fantástica, este é um gênero que está apenas engatinhando na literatura brasileira, o que lhe dá um espaço enorme para trabalhar e fazer o seu nome. Posso estar soando otimista demais, mas acabei de lhe dar um banho de realidade, então creio que temos um equilíbrio (e não dá para viver sem esperança, dá?). Se não pode competir com a J. K. Rowling nas prateleiras da livraria, pelo menos você está perto do seu público, então aproveite! Cative os seus leitores, pois eles estão carentes de referências imediatas e vão achar o máximo ter um escritor que os conhece pelo nome. Não fique no sofá esperando vender livros, organize eventos! Vá para as escolas. Vá para as bibliotecas. Plante uma árvore. Faça a sua parte!

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Se achar que meu texto está ruim, não me conte.

Quando emitimos uma opinião sobre o seu texto ou fazemos uma leitura crítica, o objetivo não é deixar você triste, mas indicar seus pontos fortes e apontar tudo o que ainda pode ser melhorado. Mas se você tem problemas em lidar com críticas vai ser muito difícil que chegue a ser um escritor profissional, pois escritores são criticados o tempo todo – e quanto mais fazem sucesso, mais são criticados! E quer saber? Não há texto que consiga agradar a todos os leitores.
Seu livro pode ter um valor emocional gigantesco para você, mas para o mercado ele é só um produto em potencial. É difícil, eu sei, mas sua obra não é um pedaço seu, não é sua filha, aprenda a vê-la como algo independente! Quando um leitor crítico ou editor lhe diz que seu livro é ruim, ele não está dizendo que você é um fracasso como ser humano, apenas que seu livro é ruim. E se você souber ouvir o que ele tem a dizer, poderá se beneficiar das críticas e descobrir como aperfeiçoar o seu texto.
Nenhum autor deixa de amar sua própria obra, mas para lidar com o mercado e os leitores, é necessário criar um distanciamento emocional, afinal, você não precisa sofrer com as críticas!

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Quero publicar meu texto na internet/ mandar meu texto para um concurso, mas tenho medo que o meu trabalho seja copiado

No Brasil temos a impressão de que ninguém dá muita bola à propriedade intelectual – quem nunca pirateou uma música, um jogo, um filme, um seriado de TV? – Por outro lado, não é comum haver roubo de propriedade intelectual, ainda mais quando falamos de literatura. É mais fácil você ser acusado de plágio do que topar com alguém que resolva reclamar a autoria de um texto seu.
Se você não quer arriscar ter seu trabalho roubado, pode usar uma dessas dicas: 1) Se você tem uma obra completa (um livro, uma peça, uma novela, um roteiro, um volume de história em quadrinhos), registre-a na Biblioteca Nacional e garanta os seus direitos autorais! Cada registro custa vinte reais e não há razão para não fazer. Ou, 2) se você quer proteger apenas um conto, uma poesia, um capítulo ou trecho de livro, pode não valer a pena registrá-lo como uma obra. Você tem a alternativa de ir a um cartório e fazer uma cópia autenticada do seu texto com reconhecimento de firma. Se vier a acontecer uma disputa, a data do carimbo do cartório servirá como prova de primazia.

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Estou inseguro em mostrar meu livro porque é uma história infantil/ erótica/ trash/ etc.

Literatura infantil é literatura.
Literatura erótica é literatura.
Literatura trash é literatura.
Literatura de ficção científica é literatura.
Literatura de fantasia é literatura.
Literatura de terror grotesco é literatura.
E a única razão para você acreditar que escreve uma literatura menor é estar agindo em função de um preconceito, que apesar de sabermos que existe, não devia partir de você, que é o autor.
Nenhum preconceito internalizado irá ajudá-lo. Acredite no seu trabalho, independentemente do gênero que tenha escolhido. Não existem gêneros melhores ou piores, o que existem são livros bem escritos e mal escritos.
Na hora de lidar com profissionais do livro, não tenha vergonha do que você escreveu, por mais cabuloso ou cabeludo que seja. Pense que o seu trabalho é semelhante ao de um ator, que não deve ter vergonha de atuar nas cenas mais esdrúxulas ou controversas, pois a ficção não diz nada a seu respeito. A arte é uma licença, então a use sem culpa. Se ainda assim você não quiser arriscar, assine a obra sob pseudônimo.
É normal ficar com um pé atrás sabendo que certas editoras e certos acadêmicos torcem o nariz para o tipo de literatura que você escreve. Mas sua obra não está condenada por isso, hoje temos um mercado literário amplo e que publica de tudo, é quase certo que alguém terá interesse no seu trabalho desde que ele seja bem feito. Só não seja bobo de mandar o seu livro para uma editora que você já sabe que não irá aceitá-lo.

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Eu tive uma ideia nunca tida antes!

Não sei qual é a sua ideia, mas aposto com 99,9% de certeza que alguém já a teve, e com outros 98% de certeza que alguém já escreveu um livro com ela. Tantos livros já foram escritos, tantos filmes já foram filmados, tantos inventos inventados, que parece que não restam mais ideias disponíveis. Se você tiver a sorte de achar uma ideia novinha em folha, agarre que é raridade!
Mas como ser original sem ideias inéditas? Os temas são limitados, mas a criatividade é virtualmente infinita. Você pode fazer associações novas de ideias, pode fazer inversões novas, reinvenções novas, achar novas formas de contar…
Um escritor criativo pode dar uma aparência inédita a uma história velha e batida: pode inverter os papéis, inventar uma nova ambientação, contrariar todos os clichês, projetar um ponto de vista não convencional sobre a história. Isso não apenas é lícito, como uma boa fatia da literatura de ficção se baseia em recontar mitos, lendas e casos bem conhecidos.
Mas como já disse e repito: a melhor maneira de ter uma medida da sua originalidade é conhecer bem o gênero literário que você se dedica a escrever. Conhecendo as obras que já foram publicadas, você terá uma boa noção do que fazer para fazer diferente.

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Minha história se passa na Inglaterra medieval/ nos EUA contemporâneo. O protagonista se chama John…

Primeiramente, vamos deixar claro que você é livre para ambientar a sua história onde quiser e dar aos seus personagens o nome que bem entender. Isso é indiscutível, certo?
Agora vamos analisar a questão.
É fascinante como o mundo é grande, não é? A sua história poderia se passar numa aldeia do Xingu, poderia acontecer em uma base científica na Antártida, em uma metrópole da Malásia, em uma reserva do Congo, num enclave separatista da Rússia, num bairro operário chinês, numa fazenda da Groenlândia, poderia acontecer numa tribo de beduínos, num navio petroleiro cruzando o Índico, em uma ilha da Polinésia, – ou ainda mais longe: – poderia acontecer em outro planeta, em outra dimensão, em uma realidade paralela, em um mundo imaginário; mas por alguma razão inexplicável a sua história foi se passar justamente nos EUA?!
Onde quero chegar com isso?
Veja que inúmeras histórias já foram escritas na língua inglesa, mais do que em qualquer outra língua, e boa parte delas foi ambientada na Inglaterra medieval, moderna e contemporânea e nos EUA moderno e contemporâneo. Como essas histórias são o prato principal que consumimos todos os dias na programação da TV, nas salas de cinema, nos livros fantásticos, nas histórias em quadrinhos, etc.; os jovens escritores brasileiros reproduzem a cultura anglo-saxã automaticamente, sem pensar. O problema é que, além de reproduzir, acontece uma coisa ainda mais grave: eles não conseguem mais pensar de outro jeito! Muitos são acometidos pela estranha sensação de que a sua história só pode ser levada a sério se se passar nos EUA (ou na Inglaterra) e se os personagens tiverem nomes anglo-saxões. Alguns até imaginam as cenas faladas em inglês e com legendas passando no rodapé dos pensamentos!
Se isso estiver acontecendo com você, tenho uma notícia muito triste: você foi colonizado!
E tem mais: sua obra ambientada nos EUA ou na Inglaterra não terá condições de concorrer com as toneladas de obras já existentes na literatura inglesa, portanto não acredite que esse é um caminho para ser aceito lá fora.
Sugiro que você reflita sobre como anda a sua autoestima como brasileiro. Não significa que você é obrigado a ambientar suas histórias no Brasil – percebe que essa não é uma questão de meros nomes e lugares? O que quero dizer é que você ignora a sua autenticidade enquanto tenta imitar o que vem de fora. Produzir literatura universal não é o mesmo que escrever como os britânicos e os norte-americanos, não é tentar se adequar a eles ou compartilhar da mesma visão – e do mesmo viés. Você pode falar ao mundo sem deixar de ser brasileiro, ter o seu próprio ponto de vista, que não é melhor ou pior que o dos outros, mas que será valorizado por ser autêntico.

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Cristina Lasaitis é biomédica, escritora e curiosa profissional. Publicou o livro Fábulas do Tempo e da Eternidade (Tarja Editorial 2008/2010) e participou de uma série de coletâneas de literatura fantástica antes de resolver organizar A Fantástica Literatura Queer (Tarja Editorial 2011). Costuma psicografar a si mesma no blog Anatomia da Vertigem: https://cristinalasaitis.wordpress.com
Contato para serviços de revisão, leitura crítica e afins: cristinalasaitis@gmail.com

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Outras dicas interessantes:

Manual de títulos de nobreza e modo de usar (para escritores de fantasia) – por Antonio Luiz M.C. Costa para o blog da Editora Draco.

215 comentários

  1. […] para o Escritor Iniciante 1.0 pode ser baixado em PDF ou ser consultado diretamente clicando aqui ou no ícone do menu. É copyleft, o que significa que ele é gratuito e ficará disponível a […]


    • Gosto de escrever poesias. Algumas posto no Facebook. Gostaria de ter um meio de publicá-las para leitura. Se, por acaso, evoluísse bem publicar em pequenos livros. Necessito de apoio para alcançar meu objetivo. Posso contar com você? Como deverei proceder? Espero uma resposta, qualquer que seja. Obrigada!


  2. Ótimo post!

    Realmente, é muito mais difícil escrever do que as pessoas pensam. Acham que é sentar e digitar. São dicas importantes e valiosas, todo mundo que se arrisca nesse mundo devia ler.

    Abraço!


  3. Já tinha lido algo parecido em outro blog, mas você conseguiu compilar de forma muito didática. Vou baixar o pdf para reler outra hora com mais calma e ponto a ponto, analisando com calma cada conselho.

    Um abraço!


  4. Excelente post Cristina.

    Extenso e muitas vezes direto, não tolhe os sonhos de quem almeja “chegar lá”, mas revela as agruras que om candidato deverá passar.

    Mais do que isso, dá uma chacoalhada nos que já se julgam “escritores natos”, que nada tem a aprender ou melhorar, já nasceram bons. Como pululam candidatos a este título… e vai dar uma opinião que não seja elogiosa à obra deles…..


  5. Muito bom o seu guia, Cristina, parabéns! Só acrescentaria um detalhe: se o objetivo é ficar rico, o melhor é estudar economia, conseguir um emprego no mercado financeiro e tornar-se analista, depois banqueiro. As chances são, no mínimo, um pouco melhores do que comprando um bilhete de loteria!


  6. Foi um prazer ler esse texto…adorei. =)


  7. Uma preciosidade esse post. Achei o link numa tuitada da Sybylla. Como não sou de panelas, nem puxassaquismos sem sentido, pode ter certeza que o elogio aqui embutido é bastante sincero.

    Eu tenho uma história comum e ao mesmo tempo incomum com a escrita: era um hobby apenas, que ninguém mais leria. Não sei se foi porque preenchi uma lacuna na época (10 anos atrás, eram poucos os que escreviam para a net) mas meus textos ficaram bastante conhecidos. Talvez tenha sido a estranheza dos meus contos. rs*

    Eu sofro com preconceito quanto à gênero. Meu atual editor já me disse que é “complicado” vender erotismo no Brasil. Não disse que é impossível.

    O que eu escrevo é mais pra “exploitation”, notadamente “nun exploitation”, mas talvez meu mérito, creio eu, tenha sido criar uma cidade imaginária onde eu pudesse jogar todos os bichos possíveis lá dentro (vampiros, lobisomens, anjos, etc) sem encher o saco de ninguém, a não ser dos que visitam o site. Nada além do reflexo que toda a cultura Pop causou em mim com a passagem do tempo.

    Já fui recusado por algumas editoras, já me publiquei via “editora sob demanda” (e me arrependi, mas meus leitores mais fiéis gostaram), uma GRANDE editora já quis cobrar para me publicar, tudo normal do nosso ramo.

    No fim do ano passado uma grande editora me chamou pra conversar e fechamos contrato do tipo “sem custos pro meu bolso”, ainda bem.

    Parabéns novamente pela postagem. Lembro que por volta de 2004/2005, quando pensei pela primeira vez em livro, eu li umas dicas valiosas da Laura Bacellar. Ela falava do lado “editora” também, mas esse seu é mais completo no quesito “dicas para escritores”.


  8. Muito bem feito esse seu guia Cris, franco, direto, baseado (imagino) em suas experiências pessoas na lida da arte escrita.

    Alguém já te disse que esse seu papel de tutora/consultora de escritores mais jovens ou com menos experiência lhe cai muito bem?

    Bjks


  9. Excelente, Cris!


  10. […] você tem a pretensão de habitar o mundo bizarro maravilhoso dos escritores, conheça o Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante, da Cristina Lasaitis. O Guia é grátis e pode ser baixado em PDF ou lido na forma de postagem no […]


  11. Querida Cris, adorei tanto a iniciativa quanto o resultado. Postagem de utilidade pública. Todo mundo deveria lê-la antes de se pôr a escrever um livro.

    Sua situação me lembrou muito a minha própria. Ao longo dos anos recebi muitos e-mails que variavam no discurso mas faziam sempre a mesma pergunta: Como faço para me tornar ilustrador? Também falei sobre isso no meu blogue há um tempo para orientar como pudesse os iniciantes. Temos mais é que ajudar os neófitos com o pouco que sabemos, da mesma forma como fomos auxiliadas (e ainda seremos) por gente mais experiente que nós. Pra frente, artistas!

    Beijão.


  12. Boa, Cris! Merece virar filme, ou ser publicado no mercado internacional…rs* Peixocas!


  13. Incrível! Bem humorado e totalmente prático! Adorei cada linha e acho que vou adotar esse guia maravilhoso!!


  14. Queridos, muito obrigada pelos comentários! Eu sentia falta desse tipo de orientação quando comecei a escrever, portanto fico satisfeita em saber que o guia será útil a alguém.

    Beijos!
    Cris


  15. […] mais: Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante Esta entrada foi publicada em Amor e marcada com a tag escritor, guia, iniciante, para, […]


  16. Oi Cris
    Nossa, vc está de parabéns por esse post e pela grata proposta a que se submeteu. Fiquei feliz em ver sua disposição em promover a reflexão para os jovens escritores sobre o que almejam com seus escritos. Eu estou ministrando oficinas de criação literária e vejo as mesmas dúvidas que vc coloca aqui entre meus alunos. Tomei a liberdade de baixar sua versão PDF e irei mostrá-la aos alunos do meu curso, para que eles possam tirar cópias, e citarei seu blog para que visitem e entrem em contato com vc.
    Obrigada por esse post maravilhoso.


  17. Parabéns, Cris. Muito bom.
    Gostei particularmente da sua abordagem sobre a mentalidade colonizada e a lembrança de que o candidato a escritor deve, antes de tudo, ler. Já me deparei mais de uma vez com figuras que se autodenominavam “Os escritores” com discursos do tipo “não tenho nenhuma referência” ou, pior ainda, “não leio nada, só escrevo”. Excelente mostrar a realidade dos escritores iniciantes, com seus prazeres e agruras. Lúcido, direto, bem humorado e, acima de tudo, indispensável. E já que a autora autoriza e recomenda, estou repassando geral. Beijo.


  18. […] diz que a leitura aos 16 anos de idade tem ligação significativa com futuro sucesso profissional. O Guia de Primeiros Socorros Para o Escritor Iniciante. O Prêmio Portugal Telecom anunciou no último dia 23, os 50 primeiros selecionados desta […]


  19. Tudo de bom, você o seu guia, Cris!!! Vou linkar no Acefalando!!!


  20. Belo BLOG. A gente reconhece algo legal num simples “take a glance”!


  21. […] Para fins práticos, anotei algumas das dúvidas mais comuns e redigi este pequeno manual de primeiros socorros ou aconselhamento espiritual para ficcionistas de primeira viagem. Aqui você vai encontrar algumas dicas gratuitas e condensadas do que você precisa saber para escrever suas histórias, aperfeiçoar sua técnica, dar destino editorial ao seu livro e se guiar pela carreira de escritor. Este guia ficará disponível aqui no blog, inclusive com uma versão baixável em pdf; será dinâmico e atualizável, crescerá na medida em que eu adicionar mais perguntas e respostas (e eventuais correções, claro). Você tem minha permissão para reproduzir este texto no seu próprio blog, copiá-lo, imprimi-lo, distribuí-lo, desenhar nele, colar no seu mural, dividir com seus amigos… Faça o que quiser, apenas seja legal e não deixe de citar a autora e o link deste blog.” LEIA MAIS […]


  22. Adorei, meu sonho é ser escritora e estes conselhos vieram no momento certo. Vou postar no meu blog, esteja a vontade para sempre verificar a autenticidade, só vou dividir em partes para não ficar muito extenso.
    Obrigada de Coração


  23. […] Confirma o texto guia completo clicando aqui. […]


  24. Oii, você nao sabe como mim ajudouu … Eu estou com medo meio que insegura, sempre acho que tem uma parte que nao esta boa, ou outra que esta mal explicada, ou que tem muitos erros… sei la. Estou com medo meio quem insegura… Precimo mesmo de ajuda. E isto veio mo momento certo. Muito obrigada.


  25. Irretocável, admirável e … horripilante! A verdade nua! Parabéns, Gabriela Gannuny


  26. Maravilhoso! Uma grande ajuda para quem pretende ser um bom escritor, pois isso é o que realmente importa.


  27. Parabéns pela suas dicas, foram verdadeiramente uteis. Adorei!


  28. Quero escrever o meu lado da minha história. Mas com pseudônimo para proteger meus filhos. A minha trajetória é tão dolorosa e surreal que as vezes eu mesma me pergunto o porque de ter vivido e permitido tantas dores… Sinto essa necessidade de tira la de meu peito. Enfim… Qual seria a minha melhor opção de editora, ainda que eu tivesse que pagar por um acompanhamento neste caso.


  29. Oiiii, amei sua postagem, posso dizer que desde meu 12 anos escrevo pequenas histórias para praticar, mais agora com 15 anos acabei de escrever meu primeiro livro, que já pedi para uma professora de língua portuguesa corrigir meus erros ortográficos, ela disse que é minha primeira fã e amou meu livro, isso é algo possitivo?
    Posso dizer que meu sonho é ser escritora, amo escrever e ler, quando estou fora de casa e longe de meu PC, fico um tanto angustiada, pensando em que escrever, meus colegas de escola até riem de mim quando prefiro escrever meu livro ao invés de ficar em alguma Rede Social, mais fazer o que? Lér e escrever são meus vicios!
    Obrigada.


    • Oi, quando eu tinha 15 anos eu fazia musicas em inglês e mostrava para a minha professora de inglês, ela me dizia que eu tinha o dom da palavra escrita.
      Agora aqui estou eu😀


  30. Direto e certeiro como um soco no estômago.


  31. Amei, nós escritores novos por demais necessitamos de alguém experiente que nos guie. No entanto estou desesperada procurando alguém assim que me oriente em questões legais e consequências, devido ser meu livro sobre história verídica. Por acaso conhece algum site ou alguém que pudesse me auxiliar. Desde já grata. Luciene


  32. Muito obrigado pelas dicas, elas serviram muito para meu senso auto-crítico.
    Obrigado pela leitura!!


  33. Gostei de algumas dicas, estudo cinema, mas ainda não deixo de pensar que por mais boa que seja sua história, se ela for adaptada no Brasil não será tão valorizada quanto nos EUA ou na Inglaterra, pelo menos na parte do roteiro cinematográfico. Uma simples história nos EUA é muito mais valorizada que uma grande história no Brasil, mesmo até por brasileiros, e eu não tenho vergonha de dizer isso, na hora de fazer cinema penso como americano , e no reconhecimento que minha história vai ter por lá comparada com o Brasil. E outra nos EUA, sua obra é praticamente mundialmente conhecida, diferente daqui, pensem como quiser, mas não mudo meu pensamento quanto a isso por nada. Obrigado pelo post, ajudou a muitos.


    • Assino embaixo! Os leitores brasileiros querem histórias estrangeiras, e nós podemos ver isso claramente no atual cenário audiovisual: até o cinema nacional está lançando filmes com atores americanos, fazendo uma mistura um tanto bagunçada quanto a língua inglesa e portuguesa. Dificilmente se encontra um brasileiro com grande autoestima, e não será obras nacionais pingadas que converterão este quadro.


      • Acontece que somo brasileiros, e brasileiro fingindo ser americano perde no quesito originalidade e o mundo não gosta disso. Machado de Assis, Érico Veríssimo, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Euclides da Cunha, Jorge Amado, etc… sempre escreveram histórias genuinamente nacionais e foram muito bem sucedidos. Atualmente temos Augusto Cury, Luiz Fernando Veríssimo, Lygia Fagundes Telles, etc… trilhando o mesmo caminho. Um dos poucos escritores famosos que fogem um pouco à regra é Paulo Coelho, com uma literatura mais universal. Agora, escritor brasileiro escrevendo coisas americanas não me ocorre nenhum.


  34. Sempre que estou sozinho fico inventando histórias, agora resolvi passá-las para meu PC. Não pretendo virar um profissional, mas estou procurando me informar como funciona esse mundo dos escritores iniciantes e por isso adorei suas digas.


  35. Excelentes suas dicas, muito úteis a nós que almejamos iniciar nossa caminhada como escritores, percebi que preciso estender meu laboratório. Tenho um blog…
    http://www.mentalidadeconstrutiva.blogspot.com.br/
    … que server tanto para praticar minha escrita quanto divulgação. Agora estou com outras ideias de criar novas histórias em paralelos com meus livros, enfim, agradeço muito por suas dicas valiosas


  36. Editora Navras abre inscrições para autores iniciantes de antologias ou que ja publiquem. http://www.navras.com.br
    email:grego.desenho@gmail.com
    Exceente as dicas.


  37. Adorei! Sinceramente, você despejou a mais pura verdade sobre escritores e leitores brasileiros. Achei muito interessante sua análise sobre o mundo da literatura no Brasil.


  38. Achei muito bom o seu blog. O seu texto mostra orientação e direção


  39. Adorei ler o que li aqui. Acredito que sou um escritor em potencial e seus textos mostraram caminhos interessantes, reforçaram idéias boas que viam mexendo comigo…


  40. […] Outras dicas para escritores? Você pode começar com o guia Cris Lasaitis para escritores iniciantes. […]


  41. Suas dicas de técnicas para o escritor iniciante realmente fazem sentido.
    Apesar de eu ser um escritor iniciante,quase todas as dicas se encaixaram em meu livro.
    Realmente o problema para todos escritores iniciantes é conseguir publicar o seu primeiro livro.
    Após trilhar pelo caminho editorial por quatro anos, e receber aquelas cartas que a amiga já conhece .
    Decidi contratar uma agente literária..
    Estou tendo uma nova experiência com esta agente.
    Tem dois meses que estou com ela.
    Espero no mínimo no prazo de um ano receber uma boa proposta de uma boa editora.


  42. Olá, muito obrigada por suas valiosas dicas, eu estou tendo dificuldades para criar, só tenho um pergunta (qualquer um pode responder aqui)::: sobre a quantidade de diálogos em um texto, eu não gosto de colocar muita narração, porque na verdade eu não consigo criar, eu fico desconfortável com diálogos. Alguém poderia me ajudar ?


    • Bem Esther, na verdade você tem de equilibrar os dois; desta maneira, nunca que escrever vai te agradar, não é? Uma quantidade enorme de diálogos é massante, mas narrações também não podem ser muitas, a não ser que os personagens sejam mudos (mas ainda assim deve haver um pensamento kkk)! Mas você vai se acostumar logo, logo. Lembrando que tudo exige prática. Eu escrevo há 4 anos, mas mesmo assim ainda tenho dificuldades em algumas coisas🙂
      Espero que tenha ajudado!


    • Olá Ester,
      Azimov colocava praticamente somente dialogo em seu texto com pouca descrição.
      Eu costumo colocar descrição poetizada intercalando os diálogos que são relativamente longos, mas o importante é otimizar o dialogo de uma forma que este será fundamental para história, aprofundamento ou debate filosófico do livro. Existem livros por aí com muitas barrigas, muitos deles famosos! Mas eu que sou iniciante não me arriscaria a não seguir esta cartilha.


  43. Gostei!


  44. Olá Cristina. Você não pode imaginar a alegria que me deu, depois de chafurdar tanta coisa inútil na web, deparar-me com algo tão original e verdadeiro quanto este seu post. Acabo de terminar um romance e estou tendo muito mais trabalho em revisá-lo do que tive em escrevê-lo. Minha profissão obriga-me a escrever o tempo todo, mas escrevo coisas de que não gosto. Por isso, decidi tornar-me escritor de ficção. Mutatis mutandis, sou uma prostituta que também quer fazer amor de vez em quando, se me entende. Não tenho a pretensão de tornar-me um Dan Brown, mas depois do livro terminado, o resultado se saiu melhor que a encomenda e comecei a pensar seriamente na hipótese de publicá-lo e, neste sentido, seus conselhos vieram a calhar. Muito obrigado.


  45. Oi cris.
    Nossa vc não faz ideia de o quanto esse post me ajudou.
    Consegui tirar varias duvidas…
    E aprendi muito hein, foi uma aula pra mim….
    Qd começei a ler ontem a noite, não consegui parar mais, rsrs fui dormir 3:00 da manhã :O
    amei todas as dicas …
    E quebrei a cara, qd vc citou : “Minha história se passa na Inglaterra medieval/ nos EUA contemporâneo. O protagonista se chama John…”
    realmente minha historia se passa nos EUA e um protagonista se chama john, kkkkk coincidencia demais isso néh , ou sera que não !???
    E cheguei a conclusão que vc está certa por um lado, pq tudo o que fazemos desde a escrita a ate qualquer outra coisa gira em torno dos EUA, é lamentavel dizer, mas em momento nenhum pensei em escrever uma historia que se passa no Brasil…
    Mas agora que ja fiz minha “pequena” historia assim, é desse jeito que ela ira ficar….rsrs
    eu curto mais o genero terror e suspense, e vou procurar ler mais livros desse genero ^^
    como pode ver adorei tudo o que disse..
    E tbm dei muita risada…
    O seu bom humor, so tornou o post ainda melhor (: !
    Eu sonho em lançar um livro…
    E mesmo agora cientes das dificuldades, não posso e nem vou deixar de sonhar !
    Um beijo e um abraço..
    De uma recem escritora iniciante !!


    • Eu também to começando a escrever um livro e também é ambientado no USA, e pesquisei tudo como funciona a High School de lá: idade, como é a troca das aulas, quais aulas são obrigatórias, eletivas, entre outras coisas. Já escrevo fic’s, tenho duas em andamento. Eu escrevo sobre o amor e a vida, de uma forma mais realista to lendo: John Green, Spark, Bukowski, Cecilia Ahern, J. Austin. Quero ainda ler “Eu me chamo Antonio” e “Cartas de amor para mortos”.


  46. Me ajudou bastante!Sucesso querida!Fiquei bastante interessada por seus livros e vou adquirir alguns!Ler é ótimo e escrever fantástico!Bom dia!


  47. Oi! Fico com muito medo de publicar meu livro porque eu escrevo ele há muito tempo, mas não sei se escrevo bem mesmo ou não. Escrevo ele há mais de 4 anos, mas não terminei ele nem cheguei na metade. Tenho 12 anos. Como posso fazer para que meu livro seja mesmo publicado? Tenho medo que ele nem consiga chegar a ser conhecido… Queria que ele fosse um clássico.
    Bia


    • Oi Bia,
      Eu tive o inicio da minha jornada como escritor quando tive 15 anos, meus parabéns por começas cedo.
      Apesar de não ter publicado nenhum livro, escrevi carias musicas e poesias, testei muito a minha redação e não tive medo de perguntar o que achavam dos meus textos.
      No ano passado, com 27 anos, comecei a escrever um romance de ficção científica baseada na segunda guerra, com um tema muito forte e pesado, creio que não conseguiria sequer imaginar tentar escrever um livro com tal complexidade, mas estou quase no final, dando forma ao texto. Se quiser pode me enviar o seu texto e talvez te ajude a escrever, pois eu sei o quanto é difícil iniciar uma história, seja em qual genero for. Tentei escrever várias outras histórias antes dessa, minha mente me presenteou não só com uma história, mas com um universo inteiro, talvez me consuma a vida inteira escrevendo e pretendo ir até o final


  48. Vc é sensacional !! Nunca vi dicas tão boas. Minha grande questão é como divulgar uma obra em um blog ? Crio um blog? Como se faz isto?


  49. Oi, sou uma escritora iniciante e livromaníaca rsrsrs, enfim, suas dicas foram bem úteis, obrigado, eu amaria se você pudesse dar uma olhadinha no meu livro e me dar mais algumas dicas.
    Bjss.


  50. Cara Cris,

    Estou disponibilizando gratuitamente para você e todos os leitores deste blog o meu ebook “O Thacentrismo – Abrindo Mentes”. A sua leitura é ideal para quem busca a evolução intelectual e emocional.

    Link para Download: https://sites.google.com/site/thacentrismo/

    Cordialmente

    Jairo Alves


  51. […] Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante – Anatomia da Vertigem  […]


  52. Olá Cris,

    Muito interessante seu Blog. Estou a procura de uma pessoa para uma possível associação. Tenho um livro publicado (dividido em 2 volumes) e participei da Bienal 2012. Infelizmente devido a falta de tempo, não pude me dedicar totalmente a sua divulgação. Caso haja algum interesse em ler minha proposta entre em contato comigo.

    Parabéns pelo Blog.

    att.

    Pedro Diniz


  53. Muito fofa, muito legal, muito instrutivo para a leiga aqui, muito , muita coisa, quando crescer e até antes disto, como escritora iniciante claro, quero ter esta versatilidade de clareza e toque de bom humor como o seu. Brigadúuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.
    Isabel Magalhães


  54. […] escritor de início de carreira – ouça essas dicas do Martin. Algumas delas explorei no meu Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante, como “comece com contos, não vá querer escrever logo uma trilogia…” Outras me […]


  55. […] estou tentando criar uma rotina de escrita… digo isso há anos. É engraçado que no Guia de Primeiros Socorros Para o Escritor Iniciante eu saiba entoar tão bem um conselho que eu mesma não consigo seguir. Pois […]


  56. […] Acabo de perceber que me alonguei demais naquilo que pretendia ser uma simples postagem (já sinto que começa aqui uma segunda edição do Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante). […]


  57. Eu não sabia, até que percebi que fui colonizada!


  58. […] genial: – Aí Cris, por que você não faz uma versão mais profissa, mais sexy e mais completa do Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante? Achei a ideia ótima! Então resolvi que vou fazer uma brincadeira interativa e receber perguntas […]


  59. Uau! Estou encantado com este texto. Parabéns. Sou escritor iniciante e tenho três livros prontos. Dois no gênero policial/suspense e um no estilo terror/horror. Todas histórias se passam no centro oeste brasileiro. Ainda me falta coragem para mostrá-los. Mas, eu chego lá. Você é realmente inspiradora. Sem contar que algumas coisas foram irresistivelmente engraçadas. Morri de rir quando você falou: “Alguns até imaginam as cenas faladas em inglês e com legendas passando no rodapé dos pensamentos!
    Se isso estiver acontecendo com você, tenho uma notícia muito triste: você foi colonizado!” quase morri de rir. Bom, é isto. Meus parabéns pelo texto e obrigado pela colaboração com os novos autores.


  60. Excelente o seu texto. Esclarece muitas coisas. Gostei muito, parabéns.


  61. Gostei D+ eu e meus amigos esamos fazendo um livro tomara que ele fique Bombando😀


  62. Amei o post!! Me ajudou bastante.

    Abraços!!


  63. As vezes, a gente lê um livro e pensa que também pode escrever o seu livro naquela mesma tarde. Mas, é um processo muito árduo, começar do zero é um trabalho de muita dedicação, compreensão e paciência. Conduzir de forma perfeita todas as palavras até a página final de um livro, é um caminho longo e difícil. Acho maravilhoso a profissão escritor.


  64. Também acho maravilhoso a profissão de escritor. Eu gosto de escrever, tenho varias ideias, mas sei que não tenho o talento ou o conhecimento para usar as palavras certas.


    • Luiz, escrever é maravilhoso, mesmo que ninguém mais além de você leia. Quanto a não achar as palavras certas, faça o seguinte: Comece a escrever, as palavras virão. Deixe as idéias irem brotando, mesmo que desordenadamente. Posteriormente, faça uma releitura e vá polindo o texto com ideias novas. Para um texto ficar bom às vezes você terá de lê-lo umas vinte vezes ou mais, portanto, lhe digo: escrever é coisa para quem gosta muito de ler. Se você se encaixa no perfil, vá em frente e boa sorte.


  65. Gratidão pelas informações!!


  66. Bom dia! Não sei se este é o meio certo, mas estou com uma séria dúvida. Um editor de uma Editora relativamente conhecida aqui no NE entrou em contato comigo, perguntando se eu possuía alguma história infantil para submeter para a análise deles. Ele pediu que eu informasse uma proposta de valor para a história para negociá-la. Eu tenho uma história aqui, mas não sei bem como delimitar um valor para a história. Eu já havia publicado um livro por outra editora em 2011 e, à época, meus direitos autorais foram vendidos por R$1000,00. Por ter sido o meu único livro, eu estava totalmente fora do mercado, mas, hoje em dia, não sei se vendi meus direitos autorais por valor muito baixo. Queria alguns conselhos! Att. Julia


    • Eu não tenho muita experiência nesse assunto, portanto o que vai aqui é meramente minha opinião pessoal: Acho que você não deve vender seus direitos autorais. Se a editora gostou da sua obra, que publique e pague seus direitos sobre as vendas.


      • Concordo.
        Seria melhor publicar na internet do que vender pra uma editora sem % sobre vendas. Você pode ganhar mais com adsense num blog… Minha opinião…
        Mas procure outros meios como o financiamento público através de sites que o fazem e ofereça pra outras editoras pra ver se consegue uma negociação melhor.


  67. Você mim a judô muito gostei muito os seus com menta rios foi bastante esclarecedor so estou um pouco tristes! Eu sou iniciante estou muito confusa com tudo que li obrigada beijo


  68. […] Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante: baixe o eBook no site da escritora Cristina Lasaitis. […]


  69. oi mestra, gostei de suas matérias, preciso de ajuda em textos poéticos para uma galera novata, se você tiver poderia me fornecer, eu sou o lovenyl do luso poemas…visite-me


  70. oi eu sou uma menina que escrevi uma historia e queria que todos leem como posso fazer isso


  71. Legal tuas dicas, quero te parabenizar e dizer que aproveitei o máximo para continuar minha história que comecei a escrever… Obrigado pelo texto e um abraço!

    http://wfcliterart.blogspot.com.br/2014/06/essa-noite-eu-tive-um-sonho-estranho.html


  72. Eu queria saber como faço para ver uma histori minha na telinha???


  73. Ola, Cristina!
    Que bom ter encontrado esse blog, essas informações era tudo que eu precisava.
    Já escrevo meu segundo livro e acredito que até dezembro, estará pronto. Escrevo poemas com a maior facilidade, pois flui naturalmente, sem nenhum esforço. Tenho vários.
    Minha maior dúvida é de como introduzir lugares que não são no Brasil, para compor a ideia.Também conciliar acontecimento histórico ao conteúdo do mesmo.
    Parabéns pelo trabalho prestado a todos.

    Atenciosamente,
    Sylvia
    15/07/14


    • Você pode fazer uma introdução poética, vou fornecer um exemplo:
      “No dia frio de 03 de Dezembro a neve cobria as canelas daqueles que se arriscavam ficar andando pelas ruas da cidade de Berlim. O cheiro de morte causado pela guerra sangrenta se desencadeava apesar do frio intenso que fazia por lá.”
      Fiz de improviso aqui… Kkk
      Dai você pode começar a descrever os personagens enquanto fazem suas ações desta mesma maneira.
      Se quiser que eu seja seu leitor beta me manda um email: gustavo.vegas.pro@gmail.com
      Eu estou escrevendo um livro sobre ficção científica baseado na segunda guerra mundial.


  74. Não gostei!
    Interessado no assunto, iniciei a leitura e não consegui parar, inclusive os comentários.
    Resultado: perdi o horário para pagamento de título via internet…
    Excelente!
    Talvez volte para tratar de revisão de crônicas, pois sou aprendiz de aspirante a iniciante de escritor de pequenos textos.
    Obrigado, um abraço e minha admiração pelo seu desprendimento.
    Nilton Deodoro.
    P.S.: Tive o prazer de lhe conhecer através a revista Vida Simples nº 148 (agosto/2014).


  75. Cristina, pensei q eu fosse objetivo, mas vc superou minhas expectativas….achei q seria mais um texto superficial, intuitivo, mas acabei me deparando com um texto muito rico e baeeado em experiencias excelentes e bem analisadas. Parabens….seu texto é um estímulo….


  76. Você não sabe como me ajudou! Dúvidas que frequentemente vinham a minha cabeça foram respondidas. Comecei escrevendo uma história e tenho outras duas na cabeça. Minhas únicas dificuldades agora são sobre o local que em que se passa a história e as personalidades de cada personagem!


  77. Olá, curtam a página desse escritor, ele é novo e está precisando de ajuda. http://www.facebook.com/lucasramilo. Isso pode fazer toda a diferença.


  78. Gostei muito do texto, muito esclarecedor, mas tenho mais uma curiosidade. Quais os caminhos para submeter textos do tipo crônicas para revistas femininas? Gostaria de submeter textos como esse, há como fazê-lo como freelancer. Há uma abertura nessas publicações ou há um caminho para chegar a esse objetivo?


  79. Gostei do seu guia, mas eu quero escrever um livro sobre determinado assunto, que domino mas que necessita de muita pesquisa. Gostaria que vc falasse sobre o esquema de uma pesquisa, o passo-a-passo.
    Grato,
    Claudio


  80. Curiosa a frase “Se isso estiver acontecendo com você, tenho uma notícia muito triste: você foi colonizado!”
    Mangás japoneses dos anos 50 relatavam histórias que se passavam na Europa, um deles até falava sobre a vida de Maria Antonieta.
    Lucky Luke, Tex, Ken Parker, Tenente Blueberry, são quadrinhos franceses que contam histórias sobre cowboys,,, americanos.
    Isso significa que os japoneses e franceses também foram colonizados?
    E quem é Cris Lasaits? Se fosse um Laurentino, que vende mais de um milhão de exemplares, ou ao menos o André Vianco, eu ainda daria um crédito.


  81. A Cristina Lasaitis é uma escritora que investiu tempo e esforço para ajudar outros escritores menos experientes, sem cobrar nada por isso…


  82. Gostei do seu guia, mas eu quero escrever um livro sobre determinado assunto que domino, mas que necessita de muita pesquisa. Gostaria que vc falasse sobre o esquema de uma pesquisa, o passo-a-passo.
    Grato,
    Claudio


  83. Muito prazer em lê-la, Cris.
    Tenho 16 anos, e sempre adorei ler. Fui uma menina pobre num povoado alagoense, me apaixonei por todo esse mundo fántastico ao ouvir os causos que meu pai me contava ao redor de uma fogueira… Era tudo tão simples, puro e mágico, não ficando atrás de nenhum Tolkien ou Verne. Já devo ter lido mais de cento e cinquenta livros, já conheci milhares de pessoas, e já viagei para mais lugares do que um mapa possa indicar, e não me vangloriu por tão pouco, apenas os cito para ilustrar o quanto enriqueci sem gastar um centavo, fui sempre uma boa e velha traça de bibliotecas.
    Foi impossível a mim escapar de todo esse magnetismo, de leitora tenho hoje a audácia de me nomear escritora, e lhe agradeço profundamente por me mostrar a minha mediocridade, são essas as ocasiões em que percebo que não só devo evoluir, mas(graças a Deus!) que tenho essa oportunidade.
    Parabéns por seu texto, espero que possamos um dia trocar algumas experiências literárias, assim como qualque


  84. Boa noite eu quero entrar em contatos com escritores novos. tenho alguns texto que podem ajudar….


  85. Ótimo texto, sintetiza de forma eficiente e prática tantos “manuais-de-auto-ajuda-para-autores-iniciantes” que vemos por aí, dando o toque necessário de realidade.
    Dicas ótimas e pé-no-chão, do jeito que a gente precisa!
    (Tomei a liberdade de divulgar no Twitter o link para seu post)
    Até
    Mari


  86. criei um grupo no face para pessoas que gostam de escrever postem seus textos e sejam criticados pelos proprios membros, quem tiver vontade me ajude, pois o grupo acabou de começar e esse tipo de grupo não é tão valorizado no brasil, apesar de existirem tantos pelo mundo:
    https://www.facebook.com/groups/365591253612806/


  87. Sou escritor. Acredito fielmente que essa autonomia seja o primeiro passo de minha revelação. Li seu guia, e até a gora em minha busca por ajuda nunca encontrei alguém que entendesse-me tão bem como você. Diria que eu fui colonizado, parcialmente, e sabe Deus quando eu iria perceber tal fato. Sim, sua palavras me alertou o suficiente em certos aspetos e estou profundamente agradecido por isso. Possuo duvidas, possuo temor pela minha obra, não só pela questão do Plágio mas sim a sua aceitação. Eu temo. Eu não sei se você estaria interessada no conteúdo de meu livro, mas agradeceria se você cederia um pedaço curto de seu tempo para ”analisa-lo”. Sou jovem e tenho muito que aprender, embora espere que meu conhecimento seja o suficiente para agrada-la. Obrigada por suas palavras.

    Obs.: Sua opinião seria e será de grandessíssima importância.


    • Aspectos*


  88. Olá Cristina, como vai? Primeiramente, como você já leu muitas vezes aqui nos comentários: seu guia é ótimo, muito didático mesmo! Bom, eu nunca tinha pensado a respeito, mas o que você falou sobre participar de um grupo literário me instigou. Reuniões (mesmo que virtuais) periódicas e “lições de casa” me parecem uma ótima maneira de se obrigar a sentar e escrever e também de aprimoração, claro.
    Você, por acaso, conhece algum site ou grupo desses para me indicar? Ou você me sugere que eu crie um eu mesma… ?

    Abraços e obrigada por compartilhar sua experiência conosco!😉


  89. Boa Noite Cris

    Estou precisando tirar algumas dúvidas com você. Como conseguir seu e mail? Grata.


  90. Eu tenho 17 anos e escrevo fanfic teens gays no site wattpad, eu acabei de terminado meu primeiro “livro”. As suas dicas vão ajudar bastante no meu próximo livro que é um versão gay de Alice no pais das maravilhas. Eu relamente acho que para alguem escrever alguma coisa, nem que seja uma resceita, ela tem que te um pouco de noção de escrita. Porque o que mais tem na internet são historias maravilhosas LOTADAS de erros grotescos. Obrigado pelas dicas❤


  91. Excelente texto! Foi um divisor de águas para mim. Estou escrevendo uma ficção e poder contar com essas dicas foi divino, até que não estou no caminho errado.

    Muito obrigada, um abraço!


  92. Muito obrigada pelas dicas. Foram de muito valor.


  93. Obgd por esses conselhos tenho 18 anos sonho em me tornar uma grande escritora sei q eh dificel mas nao impossivel nunca vou desistir vou estudar e me esforcar bastante meu maior sonho eh escrever novelas rsrs


  94. Otimas dicas, pensei bastante no assunto, porque pretendo ser escritora


  95. Otimas dicas, pensei bastante no assunto, porque pretendo ser escritora. Beijos obrigado


  96. Muito interessante…amei!


  97. Texto incrível!
    Obrigada pelas dicas.


  98. Você é a melhor, agradeço muito isso foi de completa ajuda.!


  99. Ola. caí aqui de paraquedas… enquanto zanzava em busca de uma luz. ADOREI as dicas. imagino o quão atarefadas és, mas gostaria de lhe pedir uma ajuda… uma ajuda com sua opinião a respeito das minhas obras.
    Um dia, quando estiver de bobeira, sem o que fazer, me visita? Da uma passada de olho… dá uma criticada?

    Adoraria(preciso) de opiniões de pessoas envolvidas no mundo das palavras…

    desde ja agradeço …


  100. Nossa, esse foi um verdadeiro choque de realidade! Sabe, eu tenho 15 anos e há um bom tempo tenho o desejo de me tornar escritora profissional, ainda que eu não vá viver disso. Eu costumo publicar minhas obras em sites de fanfictions, são apenas pequenos romances, e acho que isso deve ajudar, não? Bom, o fato é que eu não consigo escrever com planejamento, as palavras só fluem quando deixo livro se escrever e isso vem se tornando um dilema. Gostaria de saber se há solução para mim? Agradeceria muito se entrasse em contato comigo, quem sabe não estaria salvando uma possível escritora brasileira?


    • Oi, sei que não sou a Cris…kkk
      Mas escrever com planejamento foi difícil pra mim também.
      Você primeiro deve anotar somente uma sinopse ou a primeira parte de sua história, deixe ela lá de molho por um tempo e sempre que puder dá uma lida antes de dormir. Com o tempo o roteiro irá aparecer do nada e você irá saber como escrever o roteiro. Funciona comigo antes de ir ao trabalho também, além de anotar no celular sempre que alguma nova ideia surge, para desenvolver depois.


  101. Ótimo Cris!
    Eu sou uma escritora inicianda e quero que meu livro se passe nos EUA, mas será que tem chance de nenhuma editora brasileira aceitar só pq a história se passa lá?


  102. […] Ah, não posso deixar de citar a fonte: blog Anatomia da Vertigem. […]


  103. Excelente texto! Sem mais🙂


  104. cris,
    …amorável o teu guia. vejo em ti iluminação e permanência..sem encheção de linguiça, direto aos pontos nevrálgicos do métier.
    Inteligência e profissionalismo andam escassos por esses tempos de funkrock.
    quero ser teu amigo, és uma querida
    abraço de um velho urso


  105. Olá,
    afirmei ao meu amigo Google que queria ser escritor e ele me trouxe para cá. Ele acertou em cheio! Suas dicas certamente darão um “up” aos meus textos e lançaram uma luz sobre o caminho que pretendo seguir. Muito obrigado!


  106. Adoro seus posts, já estou virando uma fã. Sempre venho aqui quando surge uma dúvida.
    Esta ansiedade que acompanha o principalmente o escritor iniciante é terrível. Passo por isto.


  107. Eu amei seu modo simples e prático de orientar novos escritores e amantes da literatura e tb o modo de vc pontuar os ítens do texto. Vou reler, qdo meu pc voltar da revisão, pois não gosto de acessar do celular e entrarei em contato, pois ainda tenho algumas dúvidas. Grata e parabéns pela iniciativa em ajudar. Suzi.


  108. Gostei de você, curta e especifica. Meu sonho é viver de estórias ou histórias, e você acordou o dragão da literatura em mim.Obrigado!!!!


  109. Tenho um roteiro de novela mexicana quase pronto. Para onde devo mandar sem q ninguém me “roube” ???


  110. Cris Lasaitis que bela atitude você teve publicando gratuitamente um guia de qualidade e a nível de livros publicados. Essa e a vocação de um escritor. Parabéns


  111. Parabéns pelo conteúdo. Seus textos são agradáveis e informativos.

    (Obs: há um lapso ortográfico na palavra “encheção” (de linguiça), ítem 4.)


  112. Depois de meses procurando algo decente, jamais me senti tão satisfeito como agora! Seu texto foi simplesmente profundo, descontraído, realista, sincero e citou pontos que com certeza eram as maiores dúvidas de todos aqui. Meus Parabéns!


  113. Olá, sou escritora de ficção e já fui contaminada pelo bichinho da trilogia, e colonizada pela ideia de um cenário norteamericano. Mas apesar disso estou me saindo muito bem escrevendo desse jeito, estou no fim do primeiro livro e a ponto de começar o segundo, além disso, minha história apenas começa nos EUA, a partir do quinto capítulo a personagem principal vai para um mundo fantasioso e em seguida para o Brasil. A minha dúvida é um pouco trivial, mas que de qualquer jeito está me tirando o sono com horas de pesquisa no Google. A minha questão é: direitos autorais.
    No meu livro há cenas em que a personagem está em certo ambiente que tem música tocando, mas não sei se posso colocar o nome da música ou do cantor sem violar os diretos de autoria. E outra, marcas também estão sobre essa lei? Como a Coca Cola ou a Gap? Não crítico a marca nem nada, apenas me refiro a ela para aumentar a descrição da cena. É proibido ou posso colocar sem medo de ser processada?
    Obrigada e ótimo post, adorei o blog!!


    • Olá.
      Sei que não sou ela, mas a respeito dos direitos autorais posso falar.
      Se citar a musica sem copiar o conteúdo não tem problema.
      Quanto a marca é mais viável você colocar pepsi, pois eles consomem mais isso por lá… Brincadeira!
      Quanto a marca é preferível que use a palavra refrigerante, mas se for fundamental pra história pode colocar se intuito é elogioso duvido muito que a industria te critique por propaganda gratuita.
      Apesar de eu achar o mesmo em relação a musica existem detentores de direitos autorais musicais processando muita gente por aí… Mas uma menção não vejo problemas. Mas você pode colocar uma descrição genérica da musica e no final do livro colocar como influencias musicais…


  114. parabéns por esta orientação para quem está iniciando como escritor, pois só um destes e aprendi muitas coisas interessante, dos quais quero colocar um pratica, e uma dele e´quanto criticas de nosso original, para que não devemos se irrita quando alguém criticar o nossa obra e aceitar uma boa como uma obra de mercado e não como obra emocional inteiramente minha


  115. “As dicas são bem interessante, e praticas para um escritor. Eu actualmente estou a escrever duas obras mais não tenho meios para impressão, de compartida o tempo em ajuntar dinheiro. Vou aperfeiçoar o projecto.”

    OBS: Mais tem planos de vender letras de obras.
    Angola-África
    Contacto: 928 83 53 61…


  116. Olá, tenho dúvidas quanto a direitos autorais:

    Eu escrevi uma história em inglês. Tenho intenção de pedir ajuda com gramática e revisão e tenho um pé atrás quanto a possibilidade de ter o trabalho roubado. Não que a história seja incrível, mas precaução nunca é pouco, principalmente com a facilidade de publicação na internet.

    Mas isso acaba resultando em duas dúvidas.
    1- Pedir o direito autoral de um trabalho em inglês seria recusado aqui no Brasil?
    2- Como funciona pedir o direito autoral para assegurar a história, mas que ainda tenho intenção de realizar futuras modificações? Imagino que os documentos enviados para análise na Bibliteca Nacional seriam os documentos finais.
    2.2- Se não pode realizar modificações após registro, como assegurar o direito da história? Manter todos os arquivos e emails arquivados com data para comprovação de que os arquivos pre-existem ao plágio?

    Agradeço pela atenção.


    • Pelo pouco que sei neste mercado quando um autor é contratado por uma editora não se investe na obra, mas no artista. Eu aconselho que você registre somente após a conclusão, enquanto isso você pode se assegurar mandando emails com o conteúdo para si mesmo para obter uma comprovação de sua autoria. Este recurso é muito usado para músicas e poesias. Ter um blog anunciando sua obra também ajuda na comprovação da autoria da obra.


  117. Fantástica e digna de aplausos a sua ideia em editar essas orientações que sem sombra de dúvidas tem ajudado e ajudará a todos os principiantes como escritores. Para mim vai ser muitíssimo útil. Sou escritora e como gostaria de ter me deparado mais cedo com esse Blog.Parabéns! Muitíssimo grata.


  118. gostei do guia mais onde envia os trechos ?


  119. Você é ótima. Joguei na web “escritores iniciantes” e fui conduzia à você, a isto tudo que me transmitiu. Gostaria de parabeniza-la e de deixar registrado que buscarei colher grande parte do que tem aqui. É uma postagem antiga e só achei agora, neste meu despertar. Não sei se ainda publica, pois só acessei e comentei após ler, mas vou verificar se seus contatos estão ativos e se o blog é atualizado. Como uma boa aluna de letras, adorei me deliciar nesta tua forma didática de “ensino”. Obrigada, mesmo se não receber o recado.


  120. Oi, sou Kerley Carvalho, estou escrevendo meu primeiro livro, porém tenho muitos poemas e pensamentos escritos.Tenho um blog, e minha dúvida é a seguinte: “Posso ficar postando meus escritos no blog sem registrá-los ou não?”, até então não registrei nenhum, e tenho medo de postar e acontecer um plágio, já que a prova concreta de que aquilo te pertence, é o registro em cartório.
    Desde já agradeço!


    • Kerley, acompanho este artigo desde há muito e acredito que a autora não irá responder a sua pergunta. Se aceita minha humilde sugestão, eu o aconselho a registrar antes na Fundação Biblioteca Nacional. O custo é baixo e quase não dá trabalho. Aí sim, você terá sua obra protegida juridicamente.


      • Muito obrigada pelo apoio, vou procurar registrá-los logo.
        Sugestão bem aceita.


  121. Olá, gostei muito da postagem. Eu tenho uma experiência considerável nessa viagem que é escrever. No entanto, a obra que estou criando com o intuito de publicação ficaria extensa em demasia caso feita em apenas um livro. Devido a isso, abro a questão: qual a chance de conseguir publicar uma trilogia sendo um autor nunca publicado?


  122. […] Link do blog > clique aqui< […]


  123. Estou escrevendo um romance policial, sinceramente pelo prazer de ver idéias ganharem vida. Estou na pagina 40 e somente agora me veio a idéia de publica-lo (não, não conto as páginas, anoto no rodapé pra mim mesma não perder a sequência), mas enfim o motivo desse comentário não é o que faço e sim como faze-lo melhor, por isto, gostaria de parabeniza-la. Sem dúvida “Guia de primeiros socorros para o escritor iniciante” é uma obra magnífica e rica ao meu ver. Obrigada por dividir um conhecimento tão claro e produtivo. Mais uma vez, obrigada!


  124. Muito interessada no serviço de leitura crítica. Enviei um e-mail para você.


  125. Bom dia Cris
    Ansiosa aguardando resposta do e-mail que enviei. Será q vc recebeu?


  126. Se eu pudesse dar um título a essa postagem, seria um plágio: “A verdade nua e crua” (risos)…

    Brincadeiras a parte, esse post me ajudou muito, praticamente com uma luz no fim do túnel.


  127. Oi Cris,

    Adorei o texto. Também sou escritora e acabo de lançar um blog para escritores e aspirantes, dá uma olhada quando tiver um tempo.

    https://projetobastidores.wordpress.com/

    Beijos.


  128. Gostei muito do seu blog e das dicas! Obrigada.
    Estou escrevendo um livreto com base biblica. Nele conto algumas esperiencias da minha vida.
    Queria saber se posso colocar nomes de cantores, de alguma pessoa e escrever trechos de musicas?
    No aguardo.
    Michelle
    milovejesus@hotmail.com


  129. Meu Deus! Texto maravilhoso! Tirou todas as minhas dúvidas e me fez enxergar meus erros de iniciante. Muito obrigado, mesmo!


  130. Ótimas dicas


  131. Excelente texto. Ótimas dicas.
    Obrigada.


  132. adorei as dicas tenho um ebook quase pronto e leio, releio constatemente, e mesmo assim ainda tenho muitas dúvidas e ainda muitos erros de iniciante, como no tópico do preconceito!!! Adorei as dicas!!! muitíssimo obrigada!!!! seu texto me ajudou muito e eu fiquei muito feliz em encontrar o seu blog!!!


  133. Oi! Cris!
    Bom dia!

    Achei seu blog muito interessante. Agradeço muito por disponibilizá-lo com dicas para os iniciantes na escrita e pelas suas incríveis histórias.

    Sou uma sra. de quase setenta anos e para prevenir a perda da memória que já está chegando, gostaria de começar a escrever como meio não só de prevenção, mas principalmente de ter a coragem de externar o que me vai no coração e na alma. Talvez ainda, de por no papel muitos dos conflitos não resolvidos como meio de acalento àquela criança que há dentro de cada um e fazer as catarses tão importantes nas nossas vidas.

    Cris, há um sério problema, não criei o hábito de escrever, li muitos livros e assisti a muitos filmes, mas não fiz resumo ou alguma crítica sobre o que li ou assisti. Não sei se na minha idade vou conseguir criar um hábito que foi tão difícil para mim, sendo que, ainda trabalho oito horas por dia e quando chego em casa estou muito cansada e ainda tenho os afazeres por fazer, (me aposento daqui a um ano).

    Escrevi tudo isso para lhe pedir permissão de copiar as dicas que deixou no seu blog, pois assim, terei em mãos um roteiro que gostaria de utilizar para por em prática minhas memórias.

    Ha! tbm caí aqui de paraquedas e fui me interessando e acabei ficando…

    Cris, mais uma vez muito grata por disponibilizar um material muito rico para quem ainda não tem nada. Parabéns!!!.

    Deus a abençoe pela sua generosidade e muito sucesso pelo maravilhoso trabalho que vem desenvolvendo.

    Um grande Abraço carinhoso,

    Yara


  134. Gostei mas tenho uma pergunta. Eu quero escrever um livro com um nome que poucos sabem porém muitos não os conhecem. Uma aventura que se tirado De um diário mental. À minha pergunta é se um dia esse passado virassem páginas. Para quem eu poderia manda esse diário em forma de páginas para virá um livro para quem eu posso manda. ?


  135. Olá!! Parabéns pelo texto!

    Desculpe por postar aqui, mas não encontrei um lugar que falasse sobre minha dúvida… É o seguinte: estou começando a escrever um livro que se passa dentro do Exército Brasileiro, e fiquei pensando se teria algum problema… Sei lá, por usar o nome do Exército, sabe? Todos os personagens e toda a história é ficção, mas ainda estou em dúvida…

    Obrigada!!


  136. Olá!! cris, eu escrevi um livro, mas os capítulos alguns deles, não estão no inicio das paginas, podem ser publicado dessa forma?


  137. Muito bom! Informações mais que necessárias. Estou criando um grupo de histórias compartilhadas para treinar a escrita em conjunto, com o objetivo de praticar, melhorar a escrita.


    • Bom dia. Kimi Areshi.

      Sou escritor iniciante e ficaria feliz em participar de seu grupo.

      Por favor, retorne esta mensagem.

      Erick de Oliveira


  138. Boa tarde!

    Cristina amei suas informações…trouxeram esclarecimentos à algumas dúvidas minha.
    Estou chegando agora no mundo literário no 7° Semestre de letras estou no pré ainda com referência a pública alguma coisa…mas tenho um imenso desejo de embarcar nesta aventura…desde criança escrevia meus diários e foram muitos…pena que não os tenho mais…mas tenho essa necessidade de escrever comecei a criar pequenos versos no facebook… Minhas amigas amaram…mas para mim foi desastroso…cada vez que lia encontrava falhas…e sai de sena para estudar estou lendo vários autores e minha maior dúvida no momento é em que estilo investir…ao passo que sempre escrevo coisas do meu cotidiano e acabam ficando de cara bem pessoais…Por gentileza me dê uma ajuda nesta questão.

    Atenciosamente, Maria Teresa


  139. Que guia incrível!

    Descobri seu blog enquanto eu pesquisa sobre por que os escritores iniciantes desejam tanto escrever uma trilogia logo de cara. Eu sou um desses e você não só respondeu minha pergunta, como me aconselhou: “Escreva contos! Amadureça sua escrita!”. Obrigado pela iniciativa de nos ajudar e pela autorização de copiarmos o conteúdo para que seja repassado. Eu mesmo tenho um blog. Esse guia precisa ser lido por mais pessoas.

    Obrigado, Cris!


  140. As dicas são muito boas. Vou usá-las nos textos que escrevo. Obrigada, Cris!


  141. […] Leiam o “Guia de primeiros socorros para escritores iniciantes” no link: https://cristinalasaitis.wordpress.com/guia-de-primeiros-socorros-para-o-escritor-iniciante/ […]


  142. Achei a minha praia, vou nadar neste oceano, encontrar seres que me digam “que peixe é esse”, que me ouçam. Obrigado.


  143. Gostaria de encontrar ou formar grupo de escritores para que possamos trocar figurinhas sobre nossos textos. Meu e-mail é: jota.b.lima@bol.com.br. Aguardo contato.


  144. […] Guia de Primeiros Socorros para o Escritor Iniciante […]


  145. Meu Deus do céu, COMO É QUE EU CONSEGUI LER TODO ESSE TEXTO SEM NEM RECLAMAR? caramba, deixei minha namorada esperando cerca de meia hora para que eu pudesse terminar de ler E NÃO ME ARREPENDO. Esse texto foi tudo que eu precisava pra dizer a mim mesmo que eu quero ser escritor profissional. QUERO MEU LIVRO PUBLICADO.

    Enfim, adorei o texto. Como é bom ouvir verdades! Obrigado por compartilhar esse texto FOR FREE nessa nossa linda e maravilhosa internet.

    Eu tenho um blog onde escrevo meus textos e agora ficou muito mais divertido de me obrigar a reler, me força a escrever porque sabe, acho que eu amo de paixão essa forma de se expressar sem precisar falar, sem precisar gesticular. Ser lido é ser sentido sem nunca de fato sentir.

    Novamente, mesmo não achando que será suficiente, obrigado!

    Aquela propaganda básica: http://brainstormtech.com.br/thealvez/


  146. Nossa Ameii suas dicas é meu sonho ver meu livro publicado escrevo poemas, poesia, rimas,versos e frases tudo sobre minha vida e amoo muito escrever, minha maior dificuldade é achar um agente Literário ,uma escritoura me mandou eu procura um para me auxiliar melhor. Bjss


  147. Nossa Ameii suas dicas é meu sonho ver meu livro publicado escrevo poemas, poesia, rimas,versos e frases tudo sobre minha vida e amoo muito escrever, minha maior dificuldade é achar um agente Literário ,uma editora me mandou eu procura um para me auxiliar melhor. Bjss


    • A editora que estou publicando meu romance pediu que eu indicasse alguns escritores pra um investimento na Inglaterra caso tenha interesse e desejar saber como publicar seu livro entre em contato pelo meu e-mail:marcos_poeta53th@hotmail.com


  148. Nossa tirei algumas dúvidas tenho tantos livros estou publicando um romance eu amo tanto escrever que queria apenas viver disso mas realmente você precisa de um outro emprego também,ate mesmo pra sustentar seu vicio de escrever.


  149. Antes de mandar a obra pra uma editora nao e primeramente necessario fazer um patente ? Como e onde patentizar minha obra ?


    • No meu contrato a editora tem a responsabilidade de fazer o registro junto a Biblioteca Nacional,ficha de cadastro do SNEL.
      Não houve uma necessidade de fazer um patente não,cheguei até a correr atras de fazer um da obra mas os advogados que analisaram meu contrato disseram que estava tudo em dias.


  150. Um escritor pode escrever gêneros diferentes? Tipo, começar com um romance policial e depois escrever um triller ambientalista e político?


    • Inicialmente não acho boa idéia, mas é bom experimentar.
      Eu por exemplo pretendo escrever sobre ficção científica, fantástica e algumas aventuras de capa e espada, mas não pretendo neste primeiro momento escrever sobre outras coisas.


      • Obrigado pela dica.


  151. Sensacional esse guia!!! Amei


  152. Oi hoje me bateu uma vontade louca de escrever minha história de vida cheia de altos e baixos, e com certeza é uma história que envolve muitas questões doença abuso maus tratos com direito a abandono amor paixões família mais uma só que não é mais uma história comum sobre esses assuntos como se lê sempre é sim uma autêntica e com defeito a muitas loucuras de adolescentes, e tanta informação sobre minha vida e as pessoas que estão nela que nem sei como começar muito conteúdo, e como envolve muitos nem sei se posso escrever sobre .


  153. Olá Cristina,
    Eu fui infectado sim pelo tal vírus das trilogias… Kkk.
    Mas eu já escrevi muitas poesias, pulei uma parte nos textos longos e vou seguir os conselhos de escrever contos.
    Eu tenho um mundo ficcional quase que totalmente pronto na minha cabeça, dividido em três realidades diferentes. Mas todos sob as mesmas regras, aquelas implícitas em uma parte do mundo são explicitas nas outras duas partes.
    Enfim, gostaria de agradecer por esta dica de ouro! Creio que até o ano que vem eu finalmente coloque o meu blog com algumas obras minhas lá para serem destrinchadas por leitores curiosos!

    Abraços e salvei o teu endereço nos favoritos! Muito bom.


    • Wow meu coração está surfando numa onda de inspiração…Ainda não cheguei na fase de escritora iniciante, embora eu pense muito a respeito, mas depois desse post estou seriamente inclinada a me tornar uma \o/. Obg pelas preciosas dicas. Tá aí um tipo de ser que admiro…o dos escritores(as).


      • Eu vou aceitar a sua admiração… Kkk
        Apesar de não publicar ainda me sinto um escritor sim!
        Siga em frente!


  154. gostei muito das Dicas… muito obrigado pelos conselhos que sugeriu, me alertou das ilusões e também me ajudou bastante a percebe critérios que tenho de aperfeiçoar… Espero chegar ao sucesso… lembrarei desses belos conselhos Obrigado !


  155. Tenho 13 anos e escrevo crônicas argumentativas. Meu sonho é reuni-las em um livro e publica-las. Ainda esse ano pretendo concretizar tudo isso. Já mandei meus textos para revisão e para vários professores profissionais de português e leitores sem vínculo, tudo o que disseram foi que meus textos tem um qualidade muito boa e que minha argumentação e poder de reflexão são altíssimos. Considerando minha idade acha Q teria chances no mercado literário?


  156. Parabéns! Sinto que, para além do conhecimento que mostra ter, voce e uma pessoa que se entrega ao desenvolvimento do outro. Qualidade que está a ficar muito rara.Abraços. Vera Pessoa.


  157. tenho 17 anos e quero escrever o meu primeiro livro mas não sei como começar o nome do livro vai ser recordações de manu ,com ele quero contar um pouco da minha historia.


    • Eu particularmente aconselho que use outro cenário e contexto para sua própria história, misture fatos de sua vida com uma história que goste, o que você gostaria de ser ou ainda o que você chegou perto de se tornar mas não foi. Tudo isso em historias ficcionais, assim você não vai somente escrever um livro sobre sua história, mas contará histórias com os fatos de sua vida; seja mais abstrata e embaralhe as cartas. Este é o dom de ser escritor, este dom que estou tentando aprender. Boa sorte😀


  158. OI Você não gostaria de falar para alunos sobre essa ideia de ser escritor? tem uma turma legal aqui na escola quer escreve regularmente, faremos um evento no dia 30 de abril de 2016.


  159. Bom dia.

    Sou um tipo de pessoa que desde pequena diferentemente das crianças da minha idade não brincava muito, eu passava grande parte da minha vida criando e imaginando historias em que me incluiria como personagem, hoje permanece em mim, vivencio de forma imaginaria esses dramas e romances. alguns eu reescrevo conforme meus pensamentos. o que devo fazer ou a quem devo enviá-los?

    Desde já obrigada.


  160. Adoraria ler!


  161. oies… adorei as dicas. Estou voltando a escrever depois de anos e quero publicar. É um sonho ter o livro em minhas mãos e só. Já tive outros, mas muito adolescentes. Mas o personagem chamará John e a história é nos EUA…rsss quando li isso no seu texto cai na risada. não porque inventei assim, mas porque é parte da minha história. Tenho família lá. E o nome precisa ser esse. E é um sonho que tenho tido de forma recorrente. O livro j;a está pronto na minha mente. Venho sonhando há muito tempo…só estou colocando no papel…pode ser clichê, mas será assim… obrigada mesmo.. esclareceu muita coisa.


    • Bom dia… eu sou uma mãe de um filho… especial… portador de microsefalia… pois ultimamente… muitas pessoas tem me convidado… para escrever um livro para ajudar mães que tem filhós… especial eu tenho um filho que tem.. microsefalia as pessoas acha que eu sou um ezemplo de mãe e preciso transmitir precuso ajudar mães que Estão começando agora está jornada DEUS tem colocado em meu coração de poder ajudar ou Brasil com esta familia do Brasil…..


  162. Hey, boa tarde se não for muito incomodo quero um minuto da sua atenção, pra lê algo da minha autoria, se gostar curti e ajuda a divulgar, muito obgd pela atenção!
    https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1045241142223811&id=100002138048865&notif_t=like&notif_id=1464443734358840&ref=m_notif


  163. Olá meu nome é Virna e adoro escrever livros(simplesmente porque não tenho com quem conversar) desdi pequena gostei de escrever mini histórias, mas agora estou com 11 anos já escrevi 4 livros de 200 páginas” nossa que bom pra você”, mas agora entendi como faz um. E adorei demais saber um pouco mais sobre a literatura e um pouco mais


  164. Boa noite…excelente seu blog com todas as dicas e orientações aos autores principiantes…Sou editor da Fênix editorial… Gostaria de vermos a possibilidade de estabelecer uma parceria…Estou em fase final da criação do novo Site da editora com uma excelente proposta aos autores independentes… Criamos uma página específica para que os autores hospedem seus livros editados… Essa semana estará online… Aguardo retorno…
    Forte abraço…

    Att,

    Luciano Du Valle


    • Luciano, gostaria de conhecer mais sobre a Fênix Aditora, poderia entrar em contato comigo. Meu e-mail é:jbspaguettiescritor@gmail.com. Abraços.


  165. Posso escrever um romance sem ambientá-lo – cidade, país – monumenos, etc – quero dizer, mais intimista?


    • Poder pode, mas obrigatoriamente você terá que se ambientar ao mesmo tempo que terá que deixar outras referências para que os leitores se orientem. Caso contrário é como desenhar algo sem paisagem. Vai parecer que falta algo.

      Tenho alguns textos com descrições rasas de ambientação, mas ainda sim as tenho.

      Abraços randômicos.😉


  166. Amo ler,gosto muito tenho um aplicativo chamado wattba ele ddixar eu ler vairias hitorias de outras pessoas e me ajuda a escrever livros ,tenho ja uma historia,mais com essas informaçoes vou melhorar mais pra o publico gostar.


    • O mais importante é sempre ler, é assim que aprendemos, é assim que construímos mais leituras. Abraços. JB Spaguetti.


  167. Oi tenho um a Historia real sobre uma garota com problemas espirituais mas concretos (estilo Fallen mais reias ) mas gostaria de mandar para editoras americanas minha resenha como faço mas nao quero colocar meu nome seja conhecido .


  168. Procuro grupo de escritores para trocarmos experiencias e leituras de textos. Meu e-mail é: jbspaguettiescritor@gamil.com. Aguardo contato. Abraços.


  169. Amei as dicas! E aproveito para fazer uma pergunta. Eu posso ser uma escritora profissional em dois géneros? Como autoajuda e ficção?


  170. […] Guia para escritores iniciantes. […]


  171. Adorei o texto, muito completo e coerente! Parabéns!


  172. Bom escrevi um livro visando ser,uma novela ou minicerie.mas estou fazendo outro sobre meu diploma e um papelão. Porém tenho outro cujo o titulo é. Tem alguem ai? Mas não sei como mostra meu trabalho sei que tem muito a apreende mas garanto e muito bem pensado.


  173. Ola! Adorei seu post

    estou escrevendo um thriller de primeira viagem e estou em dúvidas a respeito do personagem principal que está em primeira pessoa do sexo masculino, sendo eu do sexo feminino. tem problemas? você tem experiências escrevendo estando na mente do sexo oposto?

    agradeço desde já
    Amanda


    • Tenho um texto primário (não sei se vai ser conto ou romance…) que a personagem principal é feminina… Talvez possamos trocar escritos.


  174. Se J.K. Rowling tivesse lido essas dicas, jamais meus filhos teriam lido e visto Harry Potter.
    Antes de escritor profissional é de extrema importância ser um sonhador, contador de histórias, E.T., pensador… Alguém q não vê o mundo c realismo, caso contrário, nem eu mesma teria a sorte de conhecer Monteiro Lobato e viver no Sítio do Pica-pau Amarelo.
    Srs. Escritores, não pensem em profissionalismo, retorno financeiro, nem produto comercializado antes de escrever seus sonhos. Se assim o fizer… não haverão sonhos, histórias incríveis de coisas e pessoas incríveis. Tudo começa c o impossível. O imaginário mundo do faz de conta é q torna esse mundo suportável.
    Existem pessoas certas p transformarem seus livros em produto.
    Não se envolvam c o realismo dos números, pois se assim o fizerem, serão apenas mais um na multidão – ou na prateleira – caso consigam chegar nessa improvável etapa de um LIVRO.


    • A técnica literária é inerente ao escritor, caso contrário não teríamos boas obras as quais você se referiu (apesar do Montero Lobato ser um racista misógino, alem de apoiar a eugenia). Claro que não existe uma fórmula pronta, este post serve como um guia, um conselho, uma orientação para o escritor que está perdido e não sabe como prosseguir com a produção de sua obra.

      Abraços randômicos! 😉


  175. Ser escritor aqui no Brasil não vale nem um pouco a pena, basta notar os milhões de textos publicados DE GRAÇA na Internet. Isso quer dizer que quase nenhuma editora compra o que a gente escreve, a não ser que sejamos famosos como o Chico que, todos sabem, só escreveu romances sofríveis..


    • Não mande suas porcarias pra mim, pelo amor de Cristo.JBS


  176. Eu gostaria de tirar uma dúvida. Se alguém puder fazer isso por mim, muito obrigada.
    Eu estou fazendo um gibi e tal, e por enquanto estou só no roteiro. Eu queria colocar um trecho de uma canção em uma cena, mas não sei se isso seria permitido, se feriria os direitos autorais do autor, não sei.
    Eu poderia colocar, ou é melhor não arriscar?


  177. Para que servem os conselhos de um fracassado? Lata de lixo neles.



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