h1

27/11 – Jornada Noite Adentro Steampunk

Novembro, 24 - 2009

Eu vou.

Essa é a terceira edição da “Fantástica Jornada Noite Adentro”, dessa vez dedicada ao Steampunk.

Mas afinal, o que é steampunk? Esse é um gênero de ficção científica retrofuturista baseado em um mundo movido a vapor (“steam” em inglês) e que faz uso do ponto de vista punk dos anos 70. O steampunk une a era vitoriana com o futuro pós-apocalíptico ou punk, promovendo a mistura entre tecnologia moderna e estética vitoriana. A realidade alternativa proposta pelo steampunk é o tema dessa Jornada.

O evento atravessa a madrugada:
Começa com um desfile de moda e segue entre braços mecânicos, goggles, lasers e vários intervalos para o chá até às 6h da manhã. O evento é gratuito. Não perca essa oportunidade!
Obs: Sujeito à lotação da sala (101 lugares). É necessário retirar ingresso no dia 27, a partir das 21h.

Durante os intervalos das projeções ocorrerão esquetes teatrais. Após a meia-noite você poderá assistir aos filmes no auditório ou acompanhar o jogo de RPG live-action no andar térreo. Para participar do jogo é preciso se inscrever antecipadamente: bibliotecavilamariana@hotmail.com

Dia 27 de novembro a partir das 22h

22h – Desfile performático
Um desfile de moda Steampunk composto por modelos feitos a partir de tecidos antigos que quase não se usam mais como o morin, cambraia de linho, juta, fibras vegetais, sendo alguns de seda misturados com alguns elementos feitos artesanalmente como luvas e chapéus.
A estilista Lili Angelika busca a união do romantismo com elementos de uma realidade pós-apocalíptica, inspirado em filmes Cyberpunks, Steampunks e de fantasia como Van Helsing, Blade Runner, Mad Max, Cavaleiro sem Cabeça, Stardust, A Liga Extraordinária, entre outros

22h30 – Teatro
A atriz Cristiana Gimenes, da Cia Em Cena Ser, apresenta textos Steampunk, selecionados por Karl F.

23h – Bate-papo: Saiba tudo sobre Steampunk
Gerson Lodi-Ribeiro, Bruno Accioly e Karl Felippe falam sobre os princípios, e o que é Steampunk, sua presença na literatura, no cinema e como sub-cultura. A mediação será de Silvio Alexandre.

Meia-noite
Exibição de filme surpresa

Meia-noite
RPG live-action: “O Magnífico” nos Céus do Amanhã
Durante a madrugada acontecerá o RPG live-action, baseado no sistema de jogo de interpretação criado por Mike Pondsmith, que descreve uma Europa Medieval baseada nas obras de Júlio Verme, Edgar Allan Poe e H.G. Wells, onde as invenções de Leonardo da Vinci funcionam e uma nova ciência guia os caminhos da humanidade. A Confraria das Idéias e o Conselho Stemapunk prepararam uma abordagem diferente para este cenário.
Coord.: Confraria das Idéias. (VAGAS LIMITADAS!)
Para se inscrever escreva para bibliotecavilamariana@hotmail.com

2h -STEAMBOY
(Animação, Japão, 128 min, 2004, DVD)
Dir. Katsuhiro Ôtomo
Um jovem inventor recebe de seu avô uma misteriosa bola de metal que guarda uma nova espécie de energia capaz de suprir a necessidade de todo um país. Legendado. 12 anos.

4h – VIDOCQ
(Ficção, França, 100 min, 2001, DVD)
Direção Pitof
Elenco: Gérard Depardieu, Guillaume Canet, Inés Sastre, André Dussollier Em pleno século XVIII, Vidocq, chefe da segurança nacional, persegue uma estranha criatura que supostamente seja o causador de raptos e crimes. Mas ao descobrir a identidade de seu oponente, Vidocq se desespera e se atira em um poço em chamas.

6h – CAFÉ DA MANHÃ

SERVIÇO:
Biblioteca Pública Viriato Corrêa.
101 lugares. Rua Sena Madureira, 298, Vila Mariana, Zona Sul. Tel. 5573-4017.
h1

21/11 – Evento: Marcas na Parede

Novembro, 12 - 2009

Dia 21/11, às 15 h, participarei da mesa-redonda Entrando no mercado editorial junto com Hanna Liis-Baxter e mediação do nosso grande ativista cultural Sílvio Alexandre. A mesa-redonda vai abrir o lançamento da coletânea Marcas na Parede, organizada pela Helena Gomes e com participação das minhas talentosas amigas Patrícia Soares e Jaqueline Leal.

marcasnaparede

Quando? Sábado, 21/11, a partir das 15h

Onde? Biblioteca Viriato Corrêa – Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana – São Paulo/SP

oficina

Cris oficinando durante o 3º Fantasticon, na Biblioteca Viriato Corrêa

Pra quem não conhece, a Biblioteca Viriato Corrêa se tornou uma referência em literatura fantástica, ponto de encontro de fãs e local de muitos eventos culturais ligados à literatura de ficção científica, terror e fantasia. Vale a pena uma visita.

E 2009 está longe de terminar, em breve volto com mais novidades.

h1

Extra! Extra! Quadrinhos e tirinhas

Novembro, 11 - 2009

Pra quem gosta de saborear petiscos de humor, listo aqui os meus preferidos.

seemikedraw2

Começando pelo site de tirinhas mais hilárias (e maldosas) da internet: See Mike Draw é imperdível! Já vou avisando:  CUIDADO, se você clicar é bem capaz de perder (ou ganhar) uma hora de risadas incontroláveis! Só vendo pra entender.

passarinhos

Hector e Afonso são as estrelas ultrafofas das tirinhas Os Passarinhos, criação do cartunista Estevão Ribeiro. Hector é um passarinho escritor (e, como é de esperar, sonhador) e Afonso é um passarinho mais pé-no-chão (ou no galho?), e juntos eles têm diálogos bastante filosóficos. Destaque para as homenagens especiais a passarinhos famosos do mundo dos quadrinhos, como Piu Gaiman e Alan Úuuu.

phd2

As tirinhas PhD Comics, do Jorge Cham, fazem um raio-x bem humorado do bizarro mundo dos estudantes de pós-graduação e seus orientadores. Quem habita esse universo ou já passou por ele certamente vai se identificar, e quem não conhece vai ter a oportunidade de descobrir as leis estranhas governam o mundo acadêmico, com seus orientadores-ninja, alunos sonolentos e teses-papão.

darryl2

Mais informativo do que propriamente divertido, Psychiatric Tales (dica da Giseli) é a HQ online da autoria de Darryl Cunningham, que fala de maneira bastante didática sobre as doenças mentais mais recorrentes e conta a história de pacientes que o próprio Darryl conheceu durante o período em que trabalhava em um hospital psiquiátrico. Os capítulos são: demência, preconceito contra doença mental, automutilação e delírios, antissociais, depressãocomportamento autodestrutivo, doença mental e habilidades especiais, esquizofreniatranstorno bipolar, suicidas e a história do autor.

Divirtam-se! ;-)

h1

O Homem Atômico

Novembro, 4 - 2009

Mais um conto republicado no site Contos Fantásticos. O Homem Atômico foi meu primeiro conto de ficção científica, que publiquei no livro Visões de São Paulo, em 2006.

mendigo

h1

Por que é difícil fazer ficção científica nos dias de hoje?

Novembro, 4 - 2009

Tão raro a ficção científica merecer uma matéria de destaque na mídia atual que eu não podia deixar de divulgar essa reportagem saída recentemente no Globo News, onde aparecem os escritores Nelson de Oliveira e Roberto Causo e o editor Adriano Piazzi (Editora Aleph) falando sobre o mercado brasileiro de ficção científica e tentando responder a difícil questão: por que é tão difícil fazer e vender ficção científica hoje em dia?

reportagem2

h1

Vou gritar

Outubro, 29 - 2009

the_scream_munch

No Brasil, dá-se aula sobre a cultura africana e logo vem um pai ou mãe evangélico reclamar que estão ensinando macumba para as crianças, ou que lhes dão obras demoníacas para ler, afinal, o que é Harry Potter senão incentivo à bruxaria? E Marina Silva, agora forte candidata à presidência, vem me dizer que o evolucionismo de Darwin é só mais uma teoria, que pode ser ensinada junto com o criacionismo nas escolas públicas. E então percebo o quanto tenho medo dos nossos políticos, porque são também o espelho do povo.

Saio de casa e em qualquer caixa de supermercado, balcão de loja ou mesa de concessionária encontro os dignos trabalhadores do meu país, que não raras vezes mal sabem fazer uma operação básica de matemática. Pego textos de universitários que sequer conhecem que existe uma pontuação na língua portuguesa. Lembro-me do dia em que fui ser fiscal do ENEM em uma escola pública, onde, numa sala de mais de 50 estudantes, consegui recolher apenas duas redações.Vejo nas salas da universidades alunos perguntando aos professores questões da alçada do ginásio – pelo qual passaram sem aprender o básico do básico. Uma população de analfabetos funcionais, gente com atitude completamente passiva frente à informação, bem adestrados pelos anos de condicionamento vegetativo em frente à televisão. Uma multidão universitária que paga cursos para ter um diploma sem exigir a qualidade, pois o que se paga lhe será dado; e assim o Brasil vira o eldorado dos bacharéis pseudoalfabetizados.

O que me assusta é que esses poderão ser os médicos que um dia irão me operar, ou os engenheiros que construirão castelos de carta e corredores de dominó, os professores que perpetuarão o ciclo de deseducação, e o pior: serão também os políticos!

Abro o jornal e as estatísticas estimam que os 10% melhores alunos das escolas brasileiras mal se podem comparar aos 10% piores das escolas finlandesas. De onde vem tanto descaso? Existirá uma cura para a ignorância institucionalizada? E agora, quem eu cobro? O que faço? Pra onde vou? Sento e choro?

Desculpa, mas é que a ignorância do meu povo me ofende! E se eu não gostasse do meu país, não estaria aqui engasgada, à beira dum grito. Hoje isso me subiu à cabeça e me mergulhou num inferno patriótico.

Vivemos numa Idade Média surreal, quando a ignorância coexiste com o estado-da-arte do conhecimento científico e tecnológico e nunca se teve tanto acesso à informação. Paradoxal? Pois penso que não é à toa que os pais daquelas crianças vêem demônios e bruxas nos livros dos filhos – eles não têm outra saída: vivem num mundo assombrado pelos demônios, onde a superstição ainda ampara mais do que a ciência ininteligível.

E como eu disse, isso me assusta, porque a realidade também me foge à compreensão. Tenho medo do que não entendo.

Desculpem, eu só estava precisando gritar.

h1

O Incrível Congresso de Astrobiologia

Outubro, 20 - 2009

Pra quem ainda não conhece, meu continho publicado hoje no site Contos Fantásticos (uma iniciativa muito legal do Afonso Pereira, obrigada!*).

lima

astrobio

*achei fofíssimas as ilustrações! Parabéns ao artista :-)

 

h1

Hominis intempestivus

Outubro, 12 - 2009

Eles estão por todos os lados, nadam nas correntezas da uniformidade. Um infinito de moléculas solvatadas, protegidas pela tensão superficial da multidão. Livres e entrelaçados, eles se movem em marés. Vivem seguros na tormenta, pois são eles próprios a tempestade.

Vem a enchente e, de repente, estou ilhada.

Como toda maré, é previsível. E como toda tempestade, é caótica. É ordem, é caos. Humanidade fractal.

Ela pulsa e eu penso. Enxergo à exata distância em que posso acompanhar a repetição dos padrões: meço o fluxo, calculo a vazão, prevejo suas quebras e redemoinhos… Observo. E por ser observadora, estou longe.

Posso me camuflar entre eles, pois também sou fluida. Mas tenho essa natureza airosa que me eleva, e a solidez do cascalho que me afunda. O resultado é que sempre me arrasto para as margens. Ou resisto à correnteza? Não sei. Desconfio apenas que nunca serei ou me sentirei corrente, pois tenho horror à dissolução.

Não, não estou acima nem abaixo, simplesmente estou fora. Ora quero entendê-los, mas o entendimento me frustra e escolho a negação. Ora, na minha frieza de rocha, contento-me com o conhecimento das marés. No fundo – lá onde vivo - gostaria de me reconhecer neles, mas minha imagem refrata na superfície e eu jamais me vejo. Não estou ali. A observação é minha sina. A alteridade, o meu refúgio. A solidão sou eu (e jamais um fardo, pois não é fardo ser-se).

Permita-me deus, o universo ou o acaso jamais encontrar o meu lugar neste mundo. Meu repouso é esse errar constante. A perpétua procura do ninho, da pessoa, do motivo… Que eu nunca os encontre para que a busca não termine.

Amém.

h1

E você, já leu?

Outubro, 5 - 2009

fabulas

Fábulas do Tempo e da Eternidade

Opinião dos leitores:

“Resumidamente: não é só um livro, é uma experiência”.

André Vianco, escritor

 

“Até monstros sagrados de reputação global, como Philip K. Dick e Ray Bradbury – ou monstras, como Ursula K. Le Guin e Marion Zimmer Bradley –, teriam orgulho de poder contar com um ou outro destes contos entre suas primeiras obras”.

Antonio Luiz M.C. Costa, para a revista Carta Capital

 

“O tempo virtual, o tempo universal, o tempo humano do amor e da tragédia, da miséria e da esperança, todos tratados com uma sutileza e contundência como apenas nas grandes histórias de Ficção Científica”.

Renato Azevedo, para o site Aumanack

 

“O melhor adjetivo que descreveria a impressão que tive depois da leitura seria sensacional“.

Chanceller Martok para o site SciFi Tupiniquim

 

“Mais que uma coletânea de contos, Fábulas do Tempo e da Eternidade é um exemplo de que o Brasil tem potencial para publicar escritores de ficção em um nível superior ao de muitos países”.

Cezar Berger Junior, para o site Falando de Fantasia

 

“Se posso dar uma dica de um livro de Ficção para este final de ano, este é o livro. Para os apaixonados pelo poema de ficção. Desprentencioso e apaixonante”.

Alan, para o blog Xeque-Mate

 

“Uma obra ímpar, com histórias que podem ser lidas e relidas uma dezena de vezes e ainda causar o mesmo espanto e maravilhamento da primeira vez”.

Bruno Schlatter, para o blog Rodapé do Horizonte

 

Um ano já se passou, e o Fábulas do Tempo e da Eternidade desfolhou o calendário conquistando os leitores.

Como este é o mês do meu aniversário, vou dar de presente uma promoção:

Livro autografado + postagem para todo o Brasil (carta normal) apenas R$20,00.

Para pedir o seu, e-mail-me: christie36@uol.com.br .

Só no mês de outubro, tá? :-)

h1

Rio de Janeiro 2016

Outubro, 2 - 2009

Estive no Rio duas vezes, a primeira em 2001, a segunda em 2008, quando ganhei um curso na UFRJ e passei 10 maravilhosos dias hospedada em Copacabana. Para quem passou a vida toda na cidade cinzenta-sufocante, o Rio de Janeiro é algo bem próximo do paraíso. Para qualquer ângulo que se olhe há uma praia belíssima, um morro verde embalsamado na névoa marítima e uma favela.

Cada vez que saía do hotel para passear no calçadão de Copacabana, ou pelo centro velho, ou pelas alamedas arborizadas, pelas livrarias e sebos antigos, ou sentava em um charmoso restaurante com um menu de camarões a um preço camarada para o meu bolso, pensava: esta é uma cidade que eu escolheria para morar. Escolheria, ao menos se…

“Se…” – você sabe. Se ali se pudesse levar uma vida tranquila.

Com 25 anos de São Paulo, sou faixa preta em esquiva de assaltos e fuga pela porta dos fundos. Estão te seguindo? Corra! Desconfiou? Suma! Disseram abobrinha? Finge que não é contigo. E assim foi que eu sobrevivi incólume a 10 dias passeando sozinha pelo Rio de Janeiro. Fora uma tentativa frustrada de roubo de câmera fotográfica, nada me aconteceu, mas a cada dia eu assistia a um espetáculo diferente: vi uma menina de rua debandar gritando com um segurança às suas costas, que, para se vingar, arrancou-lhe as roupas no meio da rua. Cruzei com um convulsivo garoto de rua me xingando repetidamente porque eu não quis lhe dar dinheiro. Vi uma moça do morro dar barraco na porta de um botequim. Vi corre-corre na rua. Batida policial na porta do hotel. Aquelas cenas de filme de bang-bang que lhe prometem as melhores cias de cinema.

Paulistano acha que no Rio o problema está nos morros, do mesmo modo como em São Paulo ele mora na periferia. O que o paulistano não sabe é que no Rio o morro está em todos os lugares - não é Maomé que vai ao morro, o morro vem a Maomé. E a criminalidade carioca é a mais democrática do Brasil.

Assim que soube da escolha do Rio de Janeiro para sediar as olimpíadas fiquei contente - me deixei levar pelo meu lado criança, que adora festa – enquanto o lado cerebral começou a pensar na conta (R$25,9 bilhões de investimentos) e nas reais condições do Rio sediar um evento desse porte. Vai ser vantajoso pra nós?

Prefiro não alimentar muitas expectativas, mas acho saudável ser otimista. Quero acreditar que a Olimpíada pode forçar as mudanças que a cidade precisa. Quero acreditar que a operação que se dará para conter a criminalidade seja uma solução definitiva.  Quero acreditar que gerará empregos para a população, e que as dívidas não vão sobrar para o povo pagar.

E prometo não fazer piadas sobre a inclusão da nova modalidade olímpica: “tiro/bala perdida”.

Dou parabéns?  Em todo caso, boa sorte pros cariocas!

h1

Ando tão distraída…

Setembro, 21 - 2009

If I could tell you what it meant, there would be no point in dancing it.

Isadora Duncan

Às vezes nos apaixonamos perdidamente por certas coisas e pessoas. Aconteceu comigo. Mas a minha paixão é encontrada: andava tão precisada de algo novo na minha vida!

Não tenho lido muito. Escrito? Nada. Não que tenha me desapaixonado pela literatura, pelo contrário, penso que as artes se casam, inspiram-se mutuamente. Concorrem também, é verdade.

Produzo textos que devem sobreviver a mim. Mas a dança…? É toda feita da matéria do presente. É puro acontecimento: um lampejo. Fica uma foto, um vídeo, mas a dança mesmo, dançou-se. Tem essa qualidade de “aqui e agora” que nenhuma mídia consegue ou conseguirá reproduzir.

Ainda estou intrigada. Se me perdi, se me encontrei, só sei que estou adorando cada momento. Cheguei a pensar que não me sentiria desafiada por mais nada, e então vem essa esfinge: uma linguagem inteira, completamente nova, fora do meu domínio. Um desafio imenso, pois não me preparei. Veio, me encantou e mostrou uma saída de emergência por onde poderia tentar a minha fuga do sedentarismo.

Enquanto estou muito distraída dançando, deixo aqui um pouquinho das minhas musas pra distrair vocês também:

Pra quem não conhece, os estilos são tribal fusion e gothic fusion bellydance.

h1

Science Fiction in action

Setembro, 11 - 2009

Momento digestivo do dia. Já comeu hoje?

Vi no blog do Warren Ellis, mas deu na Discovery:

Um raro parasita que se abriga dentro do peixe hospedeiro antes de comer sua língua e substituí-la por ele mesmo foi encontrado na costa de Jersey.

Olha que meigo o bichinho:

bicho

Na dúvida, coma de boca fechada.